o carapuceiro



COM VOCÊS, ANTÔNIO MARIA

Ciúme, o inferno do amor possessivo, como naquele filme francês. Ciúmes, ciúmes de você, como na lírica do Rei Roberto.

Já vi de quase tudo em matéria de barraco. Vi, vivi, e confesso que bebi e quebrei, controles remotos, óculos no teto, como um castigo imposto pelos deuses gregos... ceguei-me, celular na parede, sapatos aos mares, Iemanjá, por favor devolva-me, em dobro, novos passos, outros rumos, maresia, amém.

 “Tenho ciúmes até... da roupa que tu vestes”, como na canção das antigas.

Mas, distintas damas & cavalheiros, nunca tinha visto nada comparável ao ciúme do nosso Maria, Antônio Maria, pernambucano, narrador de futebol, melhor cronista brasileiro sobre o amor de todos os tempos.

Da turma rara dos passionais MC _Mestre de Cerimônias do amor de muito, do amor demais.

Rubem Braga era grande, mas perdia tempos com sabiás, Maria não, ia direto às duas coisas que interessam na curta existência: a boemia e as mulheres.

Nem se compara: Maria melhor que Braga, mesmo sem querer entrar nessas ondas.

Maria morreu disso.

De tanto amar.

Tinha ciúmes até da televisão, como conta “Quase tudo”, o livro de Danuza.

 Achava que os atores estavam a flertá-la. Tinha ciúmes dele mesmo, da própria sombra rechonchuda, mais de 100 kg de sentimentalismo, lirismo a correr nas veias carregadas de álcool, possessividade e colesterol.

  Ah, as dores do mundo, romances russos.

E o velho Maria morreu de quê?

Do coração, claro, pouco mais de quarent´anos. E digo mais: ninguém morre do coração por problemas congênitos ou falta de regulamentos, como chegaram a dizer à época.

Só o amor de verdade mata um homem forte como aquele. Gordura e estrago nunca mataram ninguém nessa vida, o mais são frios, discutíveis e garranchosos diagnósticos médicos

Aos bares, pois, beber e cantar a canção de Antônio Maria: "Ninguém me ama/ ninguém me quer/ ninguém me chama de Baudelaire..."



Escrito por xico sá às 21h46
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A GENTE SE VÊ... HAHAHAHAHAHAHA

“A gente se vê.”  Pronto, phodeu, eis a senha para o nunca mais, o “never more” do corvo do tio Edgar A. Poe.

A gente se vê. Corta para uma multidão no viaduto do Chá.

A gente se vê. Corta para uma saída de estádio lotado em dia de decisão do campeonato.

A gente se vê. Corta para “onde está Wally”.

Nada mais detestável de ouvir do que essa maldita frase. Logo depois a porta bate e nem por milagre.

Jovens mancebos, evitem essa sentença mais sem graça. Raparigas em flor, esqueçam, esqueçam.

Melhor dizer logo que vai comprar cigarro, o velho king size filtro do abandono. Melhor dizer que vai pra nunca mais. Melhor o silêncio, o telefone na caixa postal, o telefone desligado, o desprezo propriamente dito, o desprezo on the rock´s, o adeus de rodoviária, que é o adeus mais demorado.

A gente se vê uma ova, uma porra. Seja homem, troque de palavras, use o código do bom-tom e da decência. A gente se vê é a mãe, ora, ora.

Como canta o Rei, use a inteligência uma vez só.

Esse “a gente se vê” deveria ser proibido por lei. Constar nos artigos constitucionais, ser crime inafiançável no Código Penal.

A gente se vê é pior do que a gente se esbarra por ai. Pior do que deixar ao acaso, que jamais abolirá a saudade, que vira uma questão de azar e sorte.

Melhor dizer logo “foi bom, meu bem, mas não te quero mais”. YO NO TE QUIERO MAS, como na camiseta mexicana da Theodora. Dizer foi bom meu bem e pronto, ficamos por aqui, assim é a vida, sempre mais para curta do que longa-metragem.

 A gente se vê é a bobeira-mor dos tempos do amor líquido e do sexo sem compromisso. A gente se vê é a vovozinha, ora!

Seja homem, diga na lata.

Não engane a moça, que a nega é fino trato, que não merece desdém.  

A fila anda, jogue limpo.

 A gente se vê. Corta para uma multidão no show do U2. A gente se vê. A gente se vê. Corta para a festa do Círio de Nazaré. A gente se vê. Corta para a festa do Morro da Conceição. A gente se vê. Corta para o dia de Iemanjá em Salvador. A gente se vê. Corta para o reveillon na praia de Copacabana.

 A gente se vê. Então aproveita e vai olhar se eu estou naquela esquina do Pacaembu, na saída do jogo de ontem do Corinthians, eita, e foda-se! 



Escrito por xico sá às 04h54
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PELO DIREITO SAGRADO À BROCHADA

Gazelas insinuantes aproveitam as nuvens de testosterona que encobrem a noite dos bares e distribuem folhetos contra a “disfunção erétil” _pois é, nem mesmo a velha e humaníssima brochada escapou dos chatos politicamente corretos.  Uma piadinha bêbada aqui, uma cantada grosseira acolá, e lá seguem as moças na pregação cívico-priápica.  O panfletinho azul nem toca no nome da pílula milagrosa. Nem carece.

  Mal as fofoletes adentram o botequim e a nossa mesa, enfeitada por um magote de cabra safado de Pernambuco e do Ceará, ataca de “Capim Novo”, o clássico da disfunção erétil de todos os tempos: “Esse negócio de dizer que droga nova/ muita gente diz que aprova/ mas a prática desmentiu...”

    Nossa canção de protesto toma conta do ambiente. Um belo fuzuê. “O doutor disse/ que o problema é psicológico/ não é nada fisiológico/ele até me garantiu...”, emendamos. “Certo mesmo é o ditado do povo/ pra cavalo velho/ o remédio é capim novo”. A música de Luiz Gonzaga e José Clementino toca fogo na noite paulistana, longe, muito longe das fogueiras juninas, dos exus, cratos, santanas dos cariris, juazeiros, salgueiros, florestas dos navios... minha doce geografia afetiva.  

Pianinho, pianinho, como dizia Benito de Paula. Silêncio no ambiente. Aí começa um debate de altíssimo nível. Com participação das gazelas, dos garçons, do tirador de chope... Este mal-diagramado que vos sopra o cangote soltou uma tese na mesa, que teve seus contestadores, mas acabou vingando de alguma forma: pelo direito sagrado à brochada _sim é com ch mesmo e não com x. A demasiadamente humana brochada. Pelo direito de falhar, pelo direito de ouvir um lindo “relaxa, querido, isso acontece...”

Tempos chatos estes da felicidade química a qualquer custo. Como diz uma amiga curitibana, linda afilhada de Balzac, hoje em dia as mulheres não sabem mesmo se são o motivo daquele sexo inspirado ou se tudo não passa de mais um milagre da pílula. Acabou aquele suspense, hitchcockianismo  do amor, diante da possibilidade de um retumbante fracasso na cama. Acabou o orgulho da moça em fazer funcionar algo aparentemente leso e morto.

Com as tais das drogas novas, o camarada é capaz de ficar excitado até num velório. Morte de parente próximo. Qualquer coisa que se bula é motivo para o assanhamento mais íntimo. Um desassossego dos diabos.

Esse paraíso artificial só faz sentido para os bons velhinhos. Ai aplaudimos. As autoridades poderiam até distribuir umas drágeas por ocasião do pagamento das aposentadorias. Seria o fim geral do fastio. Nada de “vovô viu a uva”. Coisa das antigas. “Vovô viu o Viagra”. Esta sim seria a nova aliteração didática das cartilhas infantis.



Escrito por xico sá às 19h32
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QUEM RESISTE A UMA CPI DO AMOR E DO SEXO???

Uma amiga entrou na caixa postal do correio eletrônico do marido.

 Um desastre.

 Entre cantadas e semi-cantadas ou apenas bobagens virtuais, entrou em desespero, gritou, berrou, discutiu a relação por uma quinzena, e quase acaba com aquela vida sob o mesmo teto até então reconhecida no seu grupo de amizade como exemplar, ahhhh.

O marido tinha algum caso para valer? Não. Algum namorico mais a sério? Nada. Havia transado com alguém e comentava que foi bom? Nécaras.

Tudo espuma flutuante e virtual, sem lastro de verdade.

Mas foi o bastante para uma baita crise.

Por estas e por outras é que não é nada recomendável quebrar o sigilo postal do companheiro ou da fofolete que te aquece neste inverno...

Ora, quem, entre nós, resistiria a meia hora de quebra do sigilo amoroso ou sexual?

Como na arrecadação de recursos para campanhas eleitorais, todo mundo, até mesmo no mais escondido dos conventos de devotas beneditinas, já teve o seu “caixa 2” do desejo. Em pensamentos, atos ou omissões.

Em telefonemas, emails ou declarações bêbadas.

Ninguém resiste a meia hora de quebra de sigilo. No amor, somos todos, em alguma ocasião, corruptos. Em maior ou menor grau, todos damos nossas “pisadas de bola”.

Menos naquela hora em que a paixão por alguém nos toma 100% do cérebro e a febre amorosa é capaz de quebrar termômetro. Depois passa.

 Nosso destino é pecar, como disse o pudico Nelson, padrinho espiritual deste cronista. Por estas plagas, até a virtude prevarica.

Às sextas-feiras,então,já repararam como o cheiro de pecado toma conta dos bares e é mais forte até do que o odor que vem dos ralos e bueiros?

Quem, entre nós, machos & fêmeas, resistiria a uma CPI do amor ou do sexo?

Este cronista ficaria rico, na pele de um camelô de álibis. Ah, as lindas e impagáveis fraquezas da carne.

As despesas com jantares à luz de vela denunciariam os amantes pelo cartão de crédito ou no extrato para simples conferência. Os porteiros de prédios e motéis seriam os mais perseguidos dos depoentes. Seria um inferno.

A melhor amiga ou o melhor amigo, estas instituições supostamente vestais, também seriam convocados a depor. Na CPI do amor sobraria até para o entregador de pizzas, que também sabe muito sobre os segredos de alcova.

Os repórteres investigativos, entonces, estariam fodidos, tanto roubam na nota das firmas como no que dizem às minas.

Nosso destino é pecar, pois!!!

Assim como o das pedras é o de serem atiradas, o mais é capitalismo selvagem e moralismo de terceira. Atire a primeira manchete aquele que nunca roubou no amor ou na nota, seja um boy ou seja um magnata!



Escrito por xico sá às 04h28
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PELA DEVOLUÇÃO DO NOSSO 171 DO AMOR

Amigos machos, amigas fêmeas, amigos gays, amigas lésbicas, amigos transexuais, operadas, amigos de todas os naipes e naturalezas... Sabem de uma coisa que acho massa, o máximo, nos tais tempos que correm em la carreteira da existência?  A apropriação do discurso masculino por parte das mulheres, já notaram? Não chega a ser propriamente um plágio, mas é uma beleza, quase, quase!

E nos interessa sobretudo a enganação-mor, o clássico dos clássicos da nossa principal desculpa. Aquela usada desde priscas eras, saca?

Então dois pontos para acochambrar os parafusos da memória: “Estou confuso, não é culpa sua, você é ótima,  mas acho que não vou lhe fazer bem nesse momento, bla-bla-bla-bla”.

Haja enganação, nove horas, truque, fraude...

Já ouviram esse fragmento do discurso nada amoroso, né?

Pra completar: “Você merece algo melhor!!!”

Repito, era um clássico das desculpas dos machos. A nossa maior falta de vergonha na cara. Agora, faz favor, bote um “o” no lugar do “a”.

 Pronto.

Sim,  agora ouvimos a mesma ladainha da boca das moças, o mal é o que sai de onde menos esperamos, poxa!

Já faz tempo que essa desculpa _ “ESTOU CONFUSA...”­_ só sai da boca delas.

Não faz mal, quantas vezes não usamos do mesmo artifício, da mesma falta de argumento, tá legal, eu aceito o fingimento...

Mas por favor, crias das nossas costelas, devolvam o meu caô, o meu 171, o meu agá, a minha enganação-mor,  a minha forma de me livrar mais fácil e, de preferência, de forma indolor.

Encanta-me o avanço das mulheres em todos os campos, só é desnecessário o quase plágio dos nossos discursos. Vocês não carecem disso, vocês são mais sofisticadas, lindas e labirínticas.

 “Estou confusa...”

Isso era apenas coisa de macho frouxo, não de elegantes mademoiselles. Tudo bem que vocês, belas raparigas, avancem em tudo, mas não careciam furtar logo o pior dos nossos defeitos.

Somente nesta última semana, deparei-me com quatro amigos sorumbáticos e macambúzios, perdidos pelos bares, buscando salvação no divã dos garçons e no pileque. Todos vítimas do “eu estou confusa, não é culpa sua... nhenhenhén etc”  

Devolvam o nosso discurso picareta, façam-me favor!

Nosso 171 de volta!

Já!

Pronto, acabou!



Escrito por xico sá às 22h04
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