o carapuceiro



CATECISMO DE SAFADEZAS NO RIO!!!

E a caravana do bispo Sardinha, catequizando os Tristes Trópicos até ser devorado pelas índias e mestiças, continua. Próxima parada: cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Lanço neste domingo, dia 14, pós-almoço de las madres, das 16h às 21h, no Fashion House (sou mal-diagramado mas tô na moda!) o meu livro "Catecismo de Devoções, Intimidades & Pornografias". Como o Elvis de Seresteiro de Acapulco, os autógrafos serão à beira da piscina, na luxuosa companhia das moças do 02 neurônio. Mapa da mina: rua visconde de Itaúna, 288, travessa da Lopes Quintas, JARDIM BOTÂNICO. Apareçam para a celebração & drinques coloridos.



Escrito por xico sá às 11h48
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NÃO TENTE INVENTAR NA PRIMEIRA NOITE

Existem várias maneiras de arruinar aquela grande noite. A noite dos sonhos, a noite do meu bem, como canta Dolores Duran. Uma delas, além da ansiedade que estala no corpo feito aqueles taxímetros dos fuscas das antigas, é tentar reinventar a roda, digo, o sexo, como se fosse possível recriar o Kama Sutra.

 

Conselho de amigo, melhor, conselho de vítima. Não tente reinventar o Kama Sutra nas primeiras noites. Ao contrário do que supunha a lindeza do lirismo de Manuel Bandeira, as almas até podem se entender desde o primeiro flerte, os corpos não.

 

Não tente reinventar o Kama Sutra nas primeiras noites... A dramaturgia da cama não é para amadores. O sexo é uma coisa tão séria que só deveria ser feito pelos devassos, pelos afilhados do Marquês de Sade. Não é qualquer donzelo que resiste às firulas da alcova, a ginástica das pernas, à coreografia dos braços e ao bate-coxa.

 

A verdadeira pornografia é a intimidade. Ai sim, quando neste nirvana, Bandeira volta a ter razão: podemos até dispensar as almas, pois os corpos já se entendem. Vale o verso, entonces: Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma”.

 

Com esse sexo cheio de pernas e mil e um malabarismos, coisa de quem assimilou das lições taradas da revista “Nova” ou do circo de Soleil,  você pode levar o seu parceiro a uma bela câimbra ou contusão mais séria. Coitado, ele pode ter que fumar aquele cigarro pós-coito em uma clínica ortopédica ou em um milagroso massagista japonês.

 

Se bem que outro dia, combalido pela falta de potássio e de um sexo mais selvagem para a idade, tive um câimbra que fez o maior sucesso com uma moça. A perna ficou dura, dei uma mexida lá meio sem querer, dor da porra, e me consagrei. Afilhada do velho Marquês, a rapariga achou que se tratava do mais nobre e desconhecido segredo de alcova.



Escrito por xico sá às 10h30
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DRAMA CASEIRO

           Faxineira, diarista, empregada doméstica ou qualquer funcionária do lar de um homem solteiro é sempre uma beleza. Um carinho, um zelo, botões repostos nas camisas, roupa cheirosa, cama, mesa e banho, tudo no capricho. Elas trabalham assoviando o sucesso da hora, o hit do rádio, apesar da vida nada fácil. Aí basta o mancebo arrumar um xodó, um rolo, um cacho, uma costela... para aquele humor desmanchar-se aos poucos.

           As duas criaturas normalmente não se entendem, gênios difíceis. Quem paga somos nós, porcos chauvinistas, que não teremos mais aqueles botões repostos na camisa colorida _aquela mesma, caríssimo Paulinho da Viola, que cobria a minha dor, na canção “Para um amor no Recife”.

 Uma não repõe os botões por despeito e protesto contra a nova inquilina; outra não zela por razões ideológicas, ora, não pode incentivar o machismo.

Duas mulheres sob o mesmo teto, a menos que você seja um poderoso sultão, é jogo duro. Seja sogra, diarista, tia, mãe, irmã... E quando as TPM´s coincidem? Vixe, fica tudo tão difícil quanto atravessar o Mar Vermelho. E quando não batem os signos?

O xodó tira um móvel de um canto, a diarista muda uma planta de lugar...

A diarista esquece a teia de aranha, o xodó faz um apocalipse...

O xodó implica, a diarista começa a falar bem da sua ex, com quem também fazia uma batalha sem trégua.

Até o fatídico dia do juízo final: “Ou ela ou eu!”.

As duas dizem quase em uníssono.

Pior é quando você, jovem mancebo, fica na dúvida.

Largar a zelosa funcionária de dez anos? Desgostar a costela que pode te aquecer neste inverno?



Escrito por xico sá às 21h58
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DA NECESSIDADE DE UM GAY NA VIDA DE UM MACHO E MUITO MAIS QUE ISSO, ACHO

Nada como um gay nas nossas pobres existências sobre a terra, essa passagenzinha de nada, velho e bom Kardec.

Sim, um gay de verdade, com toda a sua riqueza de alma.

Agora falando sério: um gay é tudo em nossas vidas.

Duas ou três coisas que deveríamos saber mesmo sobre eles: toda grande mulher tem um gay como principal e inseparável amigo; festa sem gay não decola, não emplaca, não orna; o mundo sem estas alegres criaturas teria muito menos delicadeza e graça.

Festa sem gay não tem liga, nossas mulheres sem eles não são as mesmas...

São sentenças bíblicas. Deveriam constar de lei federal, nas tábuas de Moisés, em todos os testamentos.
Você já viu uma festa sem gay animada? Também não.

 A pista não pega fogo, as mulheres não têm com quem fuxicar sobre o modelito da perua de vermelho... Seja forró, o velho e amado roque, música eletrônica ou um sambinha esquema novo.

 Seja em Nova York ou no Crato.

A mesma lição da festa perfeita vale para a amizade das nossas gazelas. Mulher sem um amigo gay nos arredores não tem graça. Com um gay como melhor amigo, ela fica mais inteligente, mais bem-humorada, mas faceira, acerta a roupa que veste, pinta o cabelo pra sair da rotina, o diabo-a-quatro.

E você, cabrón, enquanto a amada vai ver o filme-cabeça com a biba amiga, ainda pode ficar em casa curtindo tranqüilamente aquele Santos x Atlético/PR, aquele Fortaleza X São Paulo, aquele Figueirense X Palmeiras.

Ora, nada melhor para nos livrar daquele filme iraniano, paquistanês, taiwanês, chinês...

Uma beleza, uma mão-na-roda essa união. Sem esquecer, claro, que você, cabrón, também terá um grande amigo, normalmente brilhante, para quebrar um pouco a rotina da testosterona à milanesa do boteco.

 E você ainda pode aquendá-lo, vez por outra, com uma graça do tipo “rapaz, amigo gay para mim é homem...”



Escrito por xico sá às 01h26
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FRAGMENTOS DE UM BARRACO AMOROSO

 Sim, homem é frouxo, só usa vírgula, no máximo um ponto e virgula; jamais um ponto final. 

Sim,  o amor acaba, como sentenciou a mais bela das crônicas de Paulo Mendes Campos: “Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar...”

Acaba, mas só as mulheres têm a coragem de pingar o ponto da caneta-tinteiro do amor. E pronto. Às vezes com três exclamações, como nas manchetes sangrentas de antigamente, SANGUE, SANGUE, SANGUE!!!

Sem reticências...

 Mesmo, em algumas ocasiões, contra a vontade. Sábias, sabem que não faz sentido  prorrogação, os pênaltis, deixar o destino decidir na morte súbita.

O homem até cria motivos a mais para que a mulher diga basta, chega, é o fim!!!

O macho pode até sair para comprar cigarro na esquina e nunca mais voltar. E sair por ai dando baforadas aflitas no king-size do abandono, no Continental sem filtro da covardia e do desamor.

Mulher se acaba, mas diz na lata, sem metáforas.

Melhor mesmo para os dois lados, é que haja o maior barraco. Um quebra-quebra miserável, celular contra a parede, controle remoto no teto, óculos na maré, acusações mútuas, o diabo-a-quatro.

O amor, se é amor, não se acaba de forma civilizada.

Nem no Crato...nem na Suécia.

Se ama de verdade, nem o mais frio dos esquimós consegue escrever o “the end” sem uma quebradeira monstruosa.

Fim de amor sem baixarias é o atestado, com reconhecimento de firma e carimbo do cartório, de que o amor ali não mais estava.

O mais frio, o mais “cool” dos ingleses estrebucha e fura o disco dos Smiths, I Am Human, sim, demasiadamente humano esse barraco sem fim.

O que não pode é sair por ai assobiando, camisa aberta, relax, chutando as tampinhas da indiferença para dentro dos bueiros das calçadas e do tempo.

O fim do amor exige uma viuvez, um luto, não pode simplesmente pular o muro do reino da Carençolândia para exilar-se, com mala e cuia, com a primeira criatura ou com o primeiro traste que aparece pela frente.

 E vamos ficando por aqui, pois já derrapei na curva da auto-ajuda como uma Kombi velha na Serra do Mar... e já já descambarei,  eu me conheço, para o mundo picareta de Paulo Coelho. Vade retro.



Escrito por xico sá às 21h35
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