o carapuceiro



MINHA NOVA MÁQUINA DE CONTAR HISTÓRIAS

Enfeiá-la era a receita para esquecê-la. Havia me escravizado ao que havia de mais belo. Quando inverti os dedos dos pés, a visão do abismo também foi prejudicada pelo forte cheiro do esmalte. Aos poucos eu também ia me desfigurando, via nas vitrines durante o passeio da hora do almoço. Até que veio aquela  abençoada manhã. E naquele dia, tão comum como  todas as vésperas, acordei travestido. Minhas feições levemente mantidas, pomo de Adão, pêlos domados, eficientíssimos hormônios, silicone sem exagero, peitinhos peras, novos, rosas.Tudo no lugar, estranheza alguma, sem carecer raspar o tacho do absurdo.  Pintei as unhas, aumentei o som do bolero, virei outro tipo de ficção. Bolero 1, Wagner 0, como em Almodóvar. Sentimentos também mudaram.  Eu queria ser o próprio disfarce e aquilo muito me animava para contar a vida de outro jeito. Nos primeiros dias elevei a caricatura às últimas, carecia me afirmar e crer no meu próprio desenho novo. Adorava pintar os olhos, arte que aprendi com fantástica rapidez. Que coisa mais delicada que é a pintura dos olhos, o lápis corria em retoques tão fáceis. Eu me via o tempo todo, cada minúcia, cuidado, lindo, frágil. Também amarrara meus pés para que atrofiassem. Meus pés eram muito grandes para pisar distraída nos astros do meu novo mundo. Os chineses mais antigos adoravam pés atrofiados. Dispunham de uma técnica avançadíssima, capaz de reduzir um pé a 8 centímetros, o recorde. O “lótus dourado”, como chamavam.  “Olhe para eles na palma da sua mão”, teria escrito, conforme os anais fetichistas, o poeta Sung. Li nos mesmos alfarrábios que as mulheres de passos cambaleantes, por causa do tamanho dos pés, eram tidas como nobres. Havia ainda uma relação entre a atrofia dos pés e o apertamento da buceta. Os programas me deixavam confuso. Todos ainda me queriam apenas no papel de um ativo nervo. Senhores tão sérios, largam as suas senhoras nos lares burgueses e aqui caem aos meus pés. Pedem para mordê-los quando enfio tudo. É muito confortável e indolor o sexo pago. Não há fissura ou agonia nessa modalidade de amor. Também é amor, amor com vários, a morte do peso do amor.  Ao contrário de algumas amigas travestis, eu não era nada melancólica. O disfarce funcionava como um ácido, uma Ritalina permanente na minha bebida. Eu entretia a todas ao falar em castelhano. Essa é a língua oficial dos travecos. “?Por qué las vaselinas son inadecuadas para la lubrificación íntima?”. Meu melhor número era dizer inteirinha a bula do gel lubrificante K&Y.  “Además de dañar el preservativo, las vaselinas em cualquier presentación, son produtos a base de petróleo, non son solubles en água, nin son absorbidas por el organismo, por lo tanto son inadecuadas para la lubrificación intima y presentam incomodidad para la remoción.” Amava o disfarce, minha máquina nova de contar histórias.



Escrito por xico sá às 00h51
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LOS SUEÑOS TERRONES & JOCOSOS

E hoje, quinta dos infernos, tem a largada da Balada Literária, mais um empreendimento com o selo Marcelino Freire de qualidade e sustança.Eta homem pra fazer coisas. Também, com uma cabeça daquele tamanho, tem q ser ele mesmooo. E a largada tem a tertúlia bêbada e dançante [Reinaldão Moraes pé-de-valsa comanda o cha-cha-cha] do lançamento do novo livro de Joca Reiners Terron, na taberna dos real-visceralistas, a gloriosa e invicta Mercearia São Pedro [rua rodésia, 34, de oito da noite até a morte na sarjeta]. Livraço. Né fraco não. Sobre o tal cabrón, de quem me orgulho pela amizade, pela escrita e por Zabé, essa moça preciosa que merece cada um dos grãos de bico que JRT doura à espanhola, que merece cada um dos vincos dos vinis do batuque da mesma dita cozinha de prosas & trutas. Ai abaixo um textim de nada que escrevi, para a revista TRIP, sobre los sueños terrones e jocosos:

SONHO INTERROMPIDO POR GUILHOTINA[ ed.Casa da Palavra]. O leitor cego no meio do faroeste e o narrador, infame, não lhe oferece guarida, muito pelo contrário, pega aquele desalmado e  gira loucamente até que a sombra do corpo apague qualquer risco de prumo ou destino. Não há sequer esperança de um vira-lata-guia nos arredores.  Nessa selva metropolitana cuja cartografia acidentada é só beco escuro e sem saída, Joca Reiners Terron fez uma fábula policial capaz de reinventar o deserto onde reinou Billy the Kid, o cavaleiro de balas invisíveis dos sonhos de um certo Jorge Luis Borges. Sorte da porra poder ler, à queima roupa, como contemporâneo mesmo, um cara como este viejo Terron. Deve ter sido o mesmo prazer que tiveram os amigos e leitores que viram nascer as grandes obras do argentino Ricardo Piglia e do espanhol Vila-Matas, para citar os parentes literários deste matrogrossense que escreve com a arte daquelas aves que palitam dentes de jacarés. Uma aventura fodida o espera. Mas, cuidado, não há a menor chance para mocinhos-leitores. Os personagens-escribas também não perdoam, matam. Nos vemos na Disneynferno!



Escrito por xico sá às 15h46
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COM JOHNNY CASH NAS PRADARIAS NOCTURNAS

Si, si, precisamos de algo más, alguna cosita de nada para alterar a consciência, desde que não a chamem de droga, non, mais apropriado doravante denominá-la simplesmente excremento dos deuses incas, cogumelo da merda dos bois santos e onomatopéicos dos currais dos Grandes Sertões de Manuelzão, Diadorins e arredores, chá-de-zabumba dos índios Kariris, cabrobrós-roots-cigarrets, jurubebas-folclorizantes-da-flora-intestinale, salineiras aguardentes e bagaceiras d´além-mares, cocaine-blues, Johnny Cash, barbitúricos-corazones, sandubas de MCcondo, Miss Lexotans, florais del diablo, sangre do divino, peyotes-castañedas, viagens sempre são buenas, pupilas dilatadas, a morfina de Tristessa, minha índia mexicana...

Um hombre não carece de quase nadie, la incomunicabilidad de las nouvellas modernas son una farsa, aquela falta de assumpto da puerra, ufa, a torrar el saco, cêrram hombres, cabrones, hablen algo sincero sobre quase tudo, a melhor anfetamina é a aventura da linguagem.



Escrito por xico sá às 10h34
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CLARICE SEM MISTÉRIOS

“Por favor amigas que vivem no mundo dos negócios! Sejam eficientes, trabalhadoras, objetivas, mas não permitam que isso afete a sua feminilidade: Estudem-se com cuidado, quando notarem mudança no cavalheirismo masculino. É esse o sinal de perigo.” [De Clarisse Lispector, sim, ela mesma, a grande escritora, que, para ganhar a vida, eta mundão cruel, foi colunista de amenidades e consultório sentimental em jornais e revistas nas décadas de 50 e 60. A coletânea completa está no “Correio Feminino”, da editora Rocco. Eu aconselho).



Escrito por xico sá às 13h35
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