o carapuceiro



AMOR QUE FICA

 É namoro ou amizade? Rolo, cacho, ensaio de amor, romance ou pura clandestinidade?

“Qualé, Mané?!”, indaga a nobre gazela. E o homem do tempo nem chove nem molha. Só no mormaço, só na leseira das nuvens esparsas.

No tempo do amor líquido, para lembrar o título do ótimo livro de Zygmunt Bauman sobre a fragilidade dos encontros amorosos, é difícil saber quando é namoro ou apenas um lero-lero, vida noves fora zero...

Cada vez mais raro o pedido formal de enlace, aquele velho clássico: “Você me aceita em namoro”?

Suspense, velho Alfred!

O amor e as suas malasartes.

O amor será sempre dirigido por Hitchcock.

“Quer namorar comigo?”

No tempo do “ficar”, quase nada fica, nem o amor daquela rima antiga.

Alguns sinais, porém, continuam valendo e dizem muito. O ato das mãozinhas dadas no cinema, por exemplo, ainda é o maior dos indícios.

 Mais do que um bouquet de flores, mais do que uma carta ou um email de intenções, mais do que uma cantada nervosa, mais do que o restaurante japonês, mais do que um amasso no carro, mais do que um beijo com jeito, daqueles que tiram o gloss e a força dos membros inferiores.

Mais até do que um jantar à luz de velas, que pode guardar apenas um desejo de sexo dos dons Juans que jogam o jogo jogado e marketeiro.

O cinema, além da maior diversão, como diziam os cartazes de Severiano Ribeiro, é a maior bandeira.

Nada mais simbólico e romântico.

Os dedos dos dois se encontrando no fundo do saco das últimas pipocas...

Não carecem uma só palavra, ainda não têm assuntos de sobra.

Salve o silêncio no cinema, que evita revelações e precoces besteiras.

Ah, os silêncios iniciais, que acabam voltando depois, mas voltando sem graça, surdo e mudo, eterno retorno de Jedi. Nada mais os unia do que o silêncio, escreveu mais ou menos assim, com mais talento, claro, Murilo Mendes, outro monstro entre os nossos líricos.

Palavras, palavras,palavras...

Silêncio, Silêncio, silêncio...

Dessas duas argamassas fatais o amor é feito e o amor é desfeito. Simples como sístole e diástole de um coração que ainda bate.



Escrito por xico sá às 21h26
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SÓ A LAMA CURA

<Republicado a pedidos urgentes de aflitos corazones!>

 

O mantra é esse, pombinhos desgarrados e estraçalhados pelas agruras do amor: “Só o caminho do excesso conduz ao palácio da sabedoria”. Assina que é o verso é teu, velho William Blake..  Ou seja, numa livre tradução para a nossa baixaria de vida de hoje: SÓ A LAMA CURA!

Seu guarda, eu não sou vagabundo, sou um cara carente, estirado aqui na praça Roosevelt, com o meu próprio teatro do absurdo no bolso, pensando nela!

Seu guarda, acabei de chorar lágrimas caubói _não os da montanha, mas os vaqueiros do asfalto_ no porão com Wander Wildner, que cantava as suas dores de trovador punk brega.

SÓ A LAMA CURA!

Leve a sua dor para as ruas, seus bares/seus mares, nade com ela no seco por debaixo das mesas, exponha-se, seja a vitrine de suas próprias escoriações, não se envergonhe, molhe o ombro do garçom amigo, derrame uma para o santo e entorne a próxima bagaceira com gosto de sangue e luto.

Se a vida dói, drinque caubói.

Wander Wildner, o que nossa dor idiota vai ser quando crescer? Rato de porão, rato de porão.

Cubra-se do negro do luto e qual um espadachim caricato leve a sua dor para um rolê nos subterrâneos da cidade. Quando estiver bem torto, ria da sua dor como um bêbado se diverte com a sua própria sombra em farrapos.

Auto-ajuda punk: não glamourize tanto a sua dor, tire onda, o amor é assim mesmo, como me disse um dia, num botequim imginário, um escriba italiano cheio das grapas: um beijo,dois beijos, três beijos, quatro beijos, cinco beijos... cinco beijos, quatro beijos, três beijos, dois beijos, um beijo... e FIM e pronto.

 



Escrito por xico sá às 12h43
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LUA CHEIA EM ESCORPIÓN, CABRÓN!

Caray, quando tu desce la de riba, nem sempre quem desce é de cima, tomada bãe, bain, baseado, peitinho, peitinho no drum´m´roll, quase bebida, vinho branquis ou champãe, sorriso de quem não carece e só dá colo pra-la de Edipis e de-mãe, eu fico passex e digo assim, vem cá meu bem, só não trabaio com futuro pq pra mim tudo zennnnnnnnnnn, qual besouro contra o vidro, onomatopéia, vrummm, ai ladrão de coração, tu tem perna mas tá longe de uma centopéia... paroh ali e cabou-se a parábola, bien, bem, fudeus, pra que mais ale´m?, pra que dê-erres, pra que degraus que agora só rebobinam a fita cassete perdida, se bem que..., a mina é de ouro, a serra é pelada, a lua tá cheia e o garimpeiro passeia no que reluz das idéia gaviônica, da febre do rato, da peste bubônica, pronto, essas coisa!  



Escrito por xico sá às 05h27
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E HAJA HOMEM A SOFRER POR AMOR

Não é novidade, mas me espanta, para o bem, o número de homens sofrendo por amor. Declaradamente sofrendo por amor. Somente eles e o balcão, o único amigo que não dá cano, está sempre à espera dos nossos cotovelos e as suas dores cor de cinza. E o homem com uma dor, como disse o samurai-polaco, é um homem mais elegante, por supuesto.

Isso é uma boa prova de melhora do mundo. Muitos homens sofrendo por amor. Drinque caubói na mão, olhar ao longe, um Leonardo Cohen, um Gainsbourg ou um brega de Odair, como canta o inimitável Torturra, dos Abimonistas –“a meu carro já não tem velocidade,/ pois ele sente saudade de quando andava com você/. Meu telefone que sabia quase tudo, de repente ficou mudo, e mais nada quer dizer./ O meu relógio sempre certo trabalhou, depois que ficou sabendo, nada mais ele marcou/. Se eu soubesse que eu iria lhe perder, não teria acostumado minhas coisas com você”.

Se tiver chifre no meio, melhor ainda.Só o chifre nos humaniza, nos tira a banca, derrete o ego de macho como a pedra dos uísques mais sofridos, pedras do granizo das tempestades envelhecidas em barris de Shakespeare!

E não é toda maneira de amar que vale a pena, como diz aquela péssima canção, tô fora. Só há um tipo de amor: o amor-rolimã, amor que deixa os joelhos e os cotovelos à mercê de pontos, muitos pontos, escoriações, rombos na carne, braços na tipóia, gesso com o nome dela, desalmada, como as quedas daquele brinquedo pré-skate, muito antes da invenção do patinete, o supostamente ingênuo carrinho de rolimã.

O amor sanguinho novo, viejo Arnaldo Baptista, sangue que desce pela perna, joelho, batata, pé, dedos, e lá embaixo escreve o nome da peste na calçada, assim, bem derramado... O amor rolimã é sempre ladeira abaixo, rolamento oleado, viagem vertical, buraco,  o japão da dor sem fim... Dói aqui, ó, pontada no estômago, como um boxeur que adivinha o golpe, que prescreve a corda e a coreografia do nocaute. Faísca nas rodinhas, rolamentos na pista, o incêndio das horas, a descida mais assassina, sai do meio, lá vai, lá vamos, lá vai, até quando?



Escrito por xico sá às 12h52
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DROGARIA SAN PABLO

um buraco vazio sem nome tinha-se instalado na parte posterior do meu cérebro, como prevenira toda a humanidade o sr. antonin artaud ao rabiscar as suas duas cartas exemplares sobre o vício do ópio em 15 de setembro do ano da graça de 1947. falta-me vinho, aguardente, o seu riso triste desconfiando das minhas desventuras, alguma droga possível nesse domingo à tarde em que o santos perde. estamos longe mas certamente o tédio dominicale nos une. sei, você tenta se confortar ou pular da janela com o breviário de cioran entre os dentes, faz isso não, baby, vai ao cinema. eu bebo, tomo um ácido chamado gogol e tento escrever um romance cujo protagonista é um belo pangaré azul de nome chivas que salva alucinados na sarjeta com trilha sonora de johnny cash. não, daqui ninguém sai vivo, baby, mas podemos dar uma bela foda suada na tarde de segunda, tomar uma cerveja no vento da esquina conversando sobre, digamos assim, os dois melhores cheiros do mundo para um hombre grudar aos dedos: alho e buceta, o primeiro na mão esquerda, o segundo na direita, como já dissera, por supuesto, o sábio autor de curva do rio sujo.  



Escrito por xico sá às 03h45
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