o carapuceiro



A MULHER X A DANADA

- Ou ela ou eu – disse Germana, toda metida no seu vestidinho de palha, no seu Ronaldo Fraga de bananeira.

O pobre do cachaceiro ficou passado, perplexo no seu zarolhismo a 45º de graduação alcoólica.

Arrastá-lo dos bares era um serviço humanitário tão comum à patroa quanto lavar roupa suja ou discutir a relação envelhecida em barris de estrago.

Mas naquele dia tudo seria diferente. Deparou-se logo com a birra da empalhada, que reivindicava, no mínimo, mais gratidão do cachaceiro a quem tanto manguaçara.

- Ou ela ou eu - disse de novo, botando fogo pelas ventas.

Sem permitir a réplica feminina, incendiou mais ainda o ambiente, a Mercearia São Pedro, diga-se, ali no alto da vila Madalena:

- Cansei de te derrubar em colo de vagabunda...

Embora muito educada, uma fofa, a patroa não suportou  a humilhação:

- Você está acabando com a vida desse infeliz... Repare só o farrapo humano que virou.

- Ah, minha santa, a graça desse bofe sou eu, Bovary ces´t moi. Dou-lhe verve, ânimo, o luxo da coragem, mato-lhe a timidez e os assombros...

- Desalmada, destruidora de lares, você acaba com o que sobra desse infeliz... 

Marquinhos abaixa o portão de ferro.     

E a peleja continua:

- O que acaba com essa criatura é a tua rabugice, a tua carranca, já te viste no espelho quando acordas? Que cabelo é aquele, dona?

- Pois saiba que esse desalmado acorda te maldizendo, numa ressaca miserável, sempre como aquele corvo, never more, never more, never more...    

- Quando se recompõe volta aos meus caprichos... É um doente por mim, queres devoção maior?

- Eu sou a cura...

- Tu és mesmo um banho frio, sem alma, bálsamo chinfrim... És tão sólida na vida dele quanto um Sonrisal...

- És a ruína desse infeliz...

- Apenas não desejo que ele morra cheio de saúde... Já pensou que triste?

- Cínica.

- Gorda.

- Invejosa, enquanto dás a queda eu dou um colo macio e reconfortante...

- Se ele erra o prumo de casa é por conta da tua feiúra...

- Mas nunca errou o buraco da fechadura...

As duas se engalfinham. A mercearia vem abaixo. Marquinhos levanta o portão de ferro. O sol por testemunha de mais uma peleja entre a mulher e a cachaça. Ah, por isso que eu não quero que me faltem essas danadas. Tão passionais, tão iguais, tão donas das nossas quedas e baques.



Escrito por xico sá às 19h00
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DAS ARTISTAS E DAS MULHERES

Do amor e das tantas malasartes a sabotá-lo. Seja uma atriz do mundo Zé Celso, uma DJ de electrohouse, uma escritora, uma chef que se acha a própria artista da fome, uma tradutora do grego, a moça que faz cinema, a mina do canto lírico ou uma musa residente do botequim predileto...

 

As mulheres possíveis e os seus ensaios de amor. Aquelas que enfeitiçam, assanham... e nos deixam a chupar, alta madrugada, o frio chicabon da solidão. Melhor amar uma mulher normal, uma honesta enfermeira, como aquela, jamais entregue às artes, e que ainda salva vidas. Ou aquela bióloga que estuda as propriedades antiofídicas da Mata Atlântica. Ah, uma balconista, suburbanos corações, ah uma jambo-girl das margens do Capiba, mas que desfila escrita fina no boulevard de nuestros corazones.

 

Do amor e das moças da classe artística. Donde aqui se narram pequenos episódios, crimes exemplares alvejados contra o coração deste e de outros mancebos próximos, amigos, todos vítimas do mesmo infortúnio:

 

A terra, o homem, a luta - Depois de um reencontro antropofágico na cumeeira do Teatro Oficina, ali quase lambendo estrelas bilaquianas, nunca mais nécaras, nada, cadê minha bela afilhada de Artaud?... Ensaios d´”Os Sertões” de quase dez horas, e o cabra na tocaia na esquina fria do Bixiga, o uísque e o seu duplo, a esperá-la... E a alucinação do álcool nos faz virar um coronel Moreira Cesar, o “corta-cabeças”, vontade de invadir aquela nova Canudos e seqüestrá-la, como o mais civilizado republicano da praça.

 

O tio e a escrevinhadora - Enquanto ela entretém o populacho, eu vivo uma mexicanização na pele... Drama, lágrimas, um tiozinho Werther, quarent´anos, envelhecido em barris de carvalho.

 

A garganta profunda -E/ou o homem-gargarejo. Nem a bula milagrosa de Ovídio, no volume “Os Remédios do Amor”, serviu de bálsamo ou analgésico para o infeliz. A estudante de canto lírico o deixou apenas com um zumbido ao longe, mesmo que ele estivesse ali, pertinho, na fila do gargarejo.

 

O Ulysses-mané - E/ou os monólogos de Onan. Depois de uma transa homérica, a tradutora de grego, sereia assassina, deixou o amigo na mão... de Platão.

 

A Valentina de Crepax - E suas botas que machucam. Vestia-se tão bem, mas tão bem, que jamais me deixou despi-la.

 

A chef, a fome atávica... -E o amante aloprado. Sua fusion food nunca foi para o meu bico. Carrego o peso do amor a quilo.



Escrito por xico sá às 19h56
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CARTA ABERTA AOS HOMENS

Amigas, peço a devida licença para me dirigir exclusivamente aos meus semelhantes de sexo, esses moços, pobres moços, neste panfleto testosteronizado. Sim, amigas, esses seres que andam tão assustados, fracos e medrosos, beirando a covardia amorosa de fato e de direito.

 

Destemidas fêmeas, caso notem que eles não leram, não estão nem ai para a nossa carta aberta, recortem e colem nas geladeiras , tirem uma cópia e preguem no banheiro, na mesa do computador, na cabeceira, deixem esta crônica grudada na tv, mas não antes do futebol, pois há o risco de simplesmente ser ignorada, enfim, me ajudem para que esta minha carta aberta aos rapazes chegue, de alguma forma, ao alcance deles.

 

Amigos, chega dessa pasmaceira, chega dessa eterna covardia amorosa. Amigos, se vocês soubessem o que elas andam falando por ai. Horrores ao nosso respeito. O pior é que elas estão cobertas de razão como umas Marias Antonietas cobertas de longos e impenetráveis vestidos.

 

Cabróns, estamos sendo tachados simplesmente de frouxos, medrosos, ensaios de macho, rascunhos de homens, além de tolos, como quase sempre somos.

 

Prestem atenção, amigos, faz sentido o que elas dizem. A maioria de nós anda correndo delas diante do menor sinal de vínculo, diante da menor intimidade, logo após a primeira ou segunda manhã de sexo. O que é isso companheiros? Fugir à melhor das lutas? Nem vou falar na clássica falta de educação do dia seguinte.Ora, mandem nem que seja uma mensagem de texto delicada, seus preguiçosos, seus ordinários. O que custa um telefonema gentil, queiramos ou não dar seqüência à historia?! <Ora, depois daquela intimidade toda! Tudo bem que não mandemos flores, mas um mimo em palavra, nem que seja um lacônico: “Foi ótimo, noite linda!”.>

 

Amigos, estamos errados quando pensamos que elas querem urgentemente nos levar ao altar ou juntar os trapos urgentemente. Nos enganamos. Erramos feio. Em muitas vezes, elas querem apenas o que nós também queremos: uma bela noite, ora direis, ouvir estrelas!

 

Por que praticamente exigimos uma segunda chance apenas quando falhamos, quando brochamos, algo demasiadamente humano? Ah, eis o ego do macho, o macho ferido por não ter sido o garanhão que se imagina na cama.

 

Sim, muitas querem um bom relacionamento, uma história com laços afetivos. Primeiro que esse desejo é legítimo, lindo, está longe de ser um crime, e além do mais pode ser ótimo para todos nós. Enquanto permanecermos com esse medinho de homem, nesse eterno e repetido “estou confuso” –“eu tô cafuso”, como dizia Didi Mocó!-, a vida passa e perdemos mil oportunidades de viver, no mínimo, bons momentos do gozo e felicidade possível. Afinal de contas para que estamos sobre a terra, apenas para morrer de trabalhar e enfartar com a final do campeonato?

 

Amigos, mulher não é para ser temida, é para nos dar o melhor da existência, para completar-nos, nada melhor do que a lição franciscana do “é dando que se recebe”, como cai bem nessa hora. Amigos, até sexo pra valer, aquele de arrepiar, só vem com a intimidade, os segredos da alcova, o desejo forte que impede até o ato que mais odiamos, a velha brochada da qual tratamos aí acima.

 

Rapazes, o amor acaba, o amor acaba em qualquer esquina, de qualquer estação, depois do teatro, a qualquer momento, como dizia Paulo Mendes Campos, mas ter medo de enfrentá-lo é ir desta para a outra mascando o jiló do desprazer e da falta de apetite na vida. Falta de vergonha na cara e de se permitir ser chamado de homem para valer e de verdade.



Escrito por xico sá às 23h18
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