o carapuceiro



O GRAU 9 DA FEBRE SELVAGEM AMOROSA

Sim, nada como o som e a fúria de uma mulher em plena febre amorosa. Nada segura. Mas nós também, enquanto Marcolas do amor, chegamos fácil ao grau 9 da maluquice obsessiva _grau 9 foi o álibi usado pela defesa de Suzane Richthofen, que teria matado os pais por amor doentio ao namorado_ sacando nossas peixeiras morais, tocando o terror no percussivo barracão de zinco.

O nosso medo diante de um possível chifre, por exemplo, nos faz virar Coriscos, cegos belzebus, passionais MC´s sem rumo. Aí o termômetro bate 9 fácil. O amor é assim mesmo, depois nos acostumamos, e vemos como ser trocado por outro nos torna mais humanos, perdemos aquela empáfia de machos invictos e escrotos. Repito o velho mantra: só um chifre humaniza um canalha.

Chegar à casa dos 9 é... ser traído por um amigo. Mas vem cá, meu camarada, você queria que a moça fosse dar para inimigos? Veja o lado bom das coisas.Relaxa, acontece, abafa o caso e pega de volta essa bela cria da tua costela, ela vai voltar mais gostosa e safada ainda, com direito a narrativas incendiárias.

Chegar ao grau 9 é... ouvir as piores notícias daqueles lindos lábios, né velho Marçal Aquino? Como por exemplo: a emoção acabou, nosso romance esfriou... Você merece alguém melhor... Estou confusa, estou cafusa, bla, bla, bla, conta outra.

Chegar ao grau 9 é... ouvir ali,na lata, que o outro é o rei do tantra, que é o outro domina todos os bambuais do kama-sutra, que o cara é o sexo mais selvagem desta babilônia, a transa mais homérica, o monstro sagrado da alcova.

 Homem não suporta ouvir esse tipo de prosa. Ai fere de jeito o tal do orgulho macho, a fúria domina... Ah, quanta bobeira, sossega, traz um calmante, um suco de maracujá, traz um copo de água com açúcar para o cidadão, Catatau, traz uma garapa, uma vodka pura, uma salineira encouraçada de responsa.

Chegar ao grau 9 é... beber todas (quando a vida dói, drinque caubói!), chorar no ombro do garçom todas as mágoas, nadar no seco, ver a lua na sarjeta, e bater à porta dela de madruga, eu te amo, porra, abre-te sésama! Bater, bater e não ter resposta, ouvir apenas os gritos e susurros do outro lado. Ai é 9.9 na escala cornífera, uma fração de segundo para uma besteira, para um daqueles crimes que só o criminalista Troncoso Peres, o Shakespeare dos grandes casos do gênero, nos livraria do inferno.

Calma, garotão, acontece. Homem que é homem chega ao grau 9 e não comete violências. A receita é simples para abaixar a febre: tome um grande porre, ao som de Leonard Cohen, Odair ou Chico Buarque, e risque o nome dela dos seus alfarrábios, como na balada sangrenta de Orlando Silva: "Risque ...... meu nome do seu caderno/ Pois não suporto o inferno/ Do nosso amor fracassado/ Deixe ........ que eu siga novos caminhos/ Em busca de outros carinhos/ Matemos nosso passado..."

Vixi, isso é que é dolor, não aquilo que cultivo no jardim semi-árido lá de casa!



Escrito por xico sá às 14h50
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TEM DIA QUE DE NOITE É FODA!

el carapucero recomenda: a boa de hoje na Stressolândia é o lançamento do álbum Homem Binário, by Lúcio Maia . Adonde? Só poderia ser no Studio SP, a Del Chifre de la noche, ali na rua Inácio Pereira da Rocha, 170, Vila Madalena, tel. 3817-5425. Ingressos: R$ 10 e R$ 20. Te juega, nega, que eu me derreto que nem manteiga!



Escrito por xico sá às 14h52
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NO REINO DA CARENÇOLÂNDIA

Bravas fêmeas expulsas do paraíso por um deus misógino fundaram a Carençolância, no tempo em que tudo era apenas o fogo e o verbo. Mas foram os machos, porém, que se firmaram, nos dias que correm, como os mais legítimos cidadãos carençolandeses.

Cuidado, frágeis!, eles estão perdidos, sejam metrossexuais, übersexuais ou brechossexuais [aqueles que só usam roupas com encosto de brechó]. Fracos, não agüentam o tranco das mulheres mais destemidas. Arrotam macheza nos botecos, mas logo que põem as patas em casa, uivam para a lua minguante e sonham com uma chuva de coleiras.

O macho carançolandês não passa meia hora separado, não vive sequer o luto amoroso da resoluta que aplicou-lhe um conga no meio da bunda - a padoca mole e farta que dantes já prescrevia o chute. Ele vai lá e agarra a primeira que passa, nem que seja um manequim de gesso, como ocorreu ao meu amigo Sizenando, aquele mesmo que trabalhava como galhudo-mor nas crônicas de Rubem Braga.

Bem-vindos ao reino da Carençolândia, esse golfo inevitável da existência. O pior é que a superpolação tem nos obrigado  a dar alta até mesmo a alguns nativos, os  carençolandeses que viram xenófobos, que se orgulham das suas dores e de suas buraqueiras d´alma. Uma gente que é só o oco, sabe?, com um caboré existencialista, chato, sartreano no último, cantando por dentro.

Sim, na Carençolândia ninguém vem a passeio e o turismo é proibido.

 A Carençolândia é uma espécie de Mali, de Níger, de Burkina Fasso, de Guiné Bissau, de Chade... d´alma. A Carençolândia é o vale do Jequitinhonha metafísico que chia como catarro em nossos pulmões e tórax _diga 33!!!

 Carençolândia não tem sequer feriado.

Um programa populista e eleitoreiro de saúde pública agora trouxe Prozac, Lexotan, Frontal e zilhões de remédios tarjas pretas para este reino. Os compromidos foram postos em toda a rede de água de Carençolândia... Adicionados ao sal, ao açúcar... Mesmo assim não houve um sorriso sequer, nem mesmo do gato lisérgico de Alice.

Carentown, capital do reino da Carençolândia, ano da graça de 2007.



Escrito por xico sá às 01h33
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BATE-PAPO EM SANTOS

Chicas & chicos, rapazes e raparigas, alvinegros e doentes pelo Jabuca, amigos torcedores e amigos secadores, escribas e digníssimos leitores... transmitindo aqui diretamente da Baixada, convido os amigos para um bate-papo sob inspiración das espumas flutuantes da boa cerva de siempre.

 

Estarei hoje (19/06), às 20h, no projeto Terceiras Terças - parceria Sesc e Realejo Livros, a bela e sortida livraria do Zé Luis e do Torero. O local e o mapa: Bar do Sesc, rua Conselheiro Ribas, 136, Santos, SP. 

 

Vamos trocar uma idéia sobre literatura, jornalismo-literário, as chatices e delícias da profissão-repórter, a crônica no jornal e a crônica dos blogueiros e muitos outros pitacos. Na mesma tertúlia, noite de autógrafo dos meus modestíssimos libretos –Catecismo de devoções, intimidades & pornografias (ed. do bispo), Cão vadio aos pés de uma mulher-abismo (finaflor) e a segunda edição de Modos de Macho & Modinhas de Fêmea (Record). ´

 

O prazer será todo meu.

 

Informações na Realejo Livros: <13>3289 4935.

realejolivros@terra.com.br   



Escrito por xico sá às 23h42
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A COMILANÇA

Nada mais bonito do que uma mulher que come bem, com gosto, paladar nas alturas, lindamente derramada sobre um prato de comida, comida com sustança. Os olhinhos brilham, a prosa desliza entre a língua, os dentes, sonhos, o céu da boca. Ela toma uma caipirinha, a gente desce mais uma, sábado à tarde, nossa doce vida, nossos planos, mesmo na velha medida do possível.

Pior é que não é mais tão fácil assim encontrar esse tipo de criatura. Como ficou chato esse mundo em que a maioria das mulheres não come mais com gosto, talher firme entre os dedos finos, mãos feitas sob medida para um banquete nada platônico.

 Época chata essa. As mulheres não comem mais, ou, no mínimo, dão um trabalho desgraçado para engolir, na nossa companhia, alguma folhinha pálida de alface. E haja rúcula!

A gente não sabe mais o que vem a ser o prazer de observar a amada degustando, quase de forma desesperada, uma massa, um cuscuz marroquino/nordestino, um cabrito, um ossobuco, um barreado, um bife à milanesa, um torresmo decente, uma costela no bafo.

Foi embora aquela felicidade demonstrada por Clark Gable no filme ''Os Desajustados'', quando ele observa, morto de feliz, Marilyn Monroe devorando um prato. E elogia a atitude da moça, loa bem merecida.

Além do prazer de vê-las comendo, pesquisas recentes mostram que as mulheres com taxas baixíssimas de colesterol costumam ser mais nervosas, dão mais trabalho em casa ou na rua, barraco à vista, dê-erres sem fim... Nada mais oportuno para convencê-las a voltar a comer, reiniciá-las nesse crime perfeito.

Às fogazzas, aos pastéis, aos cabritos assados e cozidos, ao  sanduíche de mortadela, ao lombo, de lamber os lábios, ao chambaril, ao churrasco de domingo para orgulho do cunhado, que capricha na carne e sabe a arte de gelar uma cerva de primeira. E aquela fava, meu Deus, com charque, enquanto derrete a manteiga de garrafa, último tango do agreste...

O importante é reabrir o apetite das moças, pois, repito, senhoras e senhores, homem que é homem não sabe sequer _nem procura saber_ a diferença entre estria e celulite.

Escrito por xico sá às 00h38
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