o carapuceiro



DAS FRUTAS DA ESTAÇÃO

Uma das queixas recorrentes sopradas pelas mulheres, sejam raparigas em flor ou lindas afilhadas de Balzac, diz respeito à pratica milenar do sexo oral por parte dos vossos mancebos.

 Além de displicentes e pouco devotos, os rapazes, em particular os da novíssima geração, não estariam voltados para tal cerimônia como necessário, como manda o rito. “Ou como antigamente,” suspira o bloco da nostalgia precoce.

 O protesto do megafone do mulherio faz lá o seu sentido. Maria do Carmo, aquele rapaz que comprei do escriba Tarso de Castro e infiltrei nos banheiros femininos, anda espantado com o volume de reclamações neste tema tão nobre. “Os cabras estão chegando aos 30 anos sem saber sequer dar um bom dia a uma mulher”, diz o meu auxiliar esquisitão.

Foi ai que lembrei de uma lição das antigas: a pedagogia da manga. Os mais velhos, sobretudo nas cidades e vilarejos do interior, aconselhavam os mancebos a chupar a fruta da mangueira como educação sentimental para o futuro homem na alcova. Além de saudável, o exercício evitaria queixas femininas como as que hoje reverberam nas nossas oiças atentas.

Olha a manga, olha a manga, gostosa!

Chupar manga com gosto, lambuzando-se todo, como nas descrições gilbertofreyrianas.

Não como o cão chupando manga, feio, mal-assombrado e sem jeito.

Jamais com assepsia ou nojo, medinho do novo macho diante do velho mundo. Nada de medo do goleiro diante do pênalti.

Chupar manga com a devoção que devemos às mulheres.

O amarelo manga tingindo, tingindo, tingindo de cor a face pálida dos amores possíveis.



Escrito por xico sá às 20h32
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DO COMOVENTE CHORO PÚBLICO DAS MULHERES

        Uma das grandes vantagens das mulheres sobre nós é a coragem, o destemor, de chorar em público. Se o choro vem, as mulheres não congelam as lágrimas, como os machos, não guardam as lágrimas para depois, como nós guardamos, não levam as lágrimas para a envergonhada cisterna dos fracassos.

       Homem que não chora não merece muita confiança. As mulheres não, falo da maioria das moças, desabam em qualquer canto e hora. Se estão mal de amor, choram na firma, no escritório mesmo, na fábrica, choram no trânsito, choram no metrô, simplesmente choram.

Como invejo as lágrimas sinceras das fêmeas.

Quantas vezes a gente não se preserva, por fraqueza, enquanto as lágrimas, em cachoeira, batem forte no peito machista e viram apenas pedras do gelo do uísque no happy hour mais grosseiro e vagabundo.

Como invejo as mulheres que misturam sim o trabalho com o drama heavy metal da existência. Desconfio da frieza profissional, das icebergs de tailleur, que imitam os piores homens e guardam tudo para molhar o travesseiro solitário numa noite de inverno.

Ora, as mulheres podem ser infinitamente poderosas, administrarem plataformas de petróleo nos mares... e chorarem um atlântico diante de uma alma perra e sem cuidados.

Lindas e comoventes as mulheres que choram em público, nas ruas, nos bares, nos restaurantes, nas malocas, no táxi. São antes de tudo umas fortes. Tristes dos que estranham ou ficam envergonhados com o mais verdadeiro dos choros. O eterno medinho do macho diante do pênalti que vale uma vaga no torneio da dignidade. 



Escrito por xico sá às 13h05
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DA DEVASSIDÃO COMO POLÍTICA DA FÊMEA

a purificação de uma mulher só é possível na medida em que ela resolve ser uma devassa, como entre o povo tártaro;

 devassa no sentido de não temer o despudor nem a língua salivante da inveja;

 devassa como política libertária; como entre os negros do Rio Gabão e da Costa da Pimenta, que entregavam suas mulheres aos próprios filhos, a melhor das bênçãos;

como no reino de Judá;

só a lascívia embeleza uma fêmea;

só mesmo os povos embrutecidos pela superstição, reza o marquês, pode acreditar no contrário;

e acreditar no contrário é ir contra a nossa própria natureza.

 



Escrito por xico sá às 22h22
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EL FUEGO NO RÁDIO

Fui lá no programa do Caco Galhardo, el Fuego en el Radiito, da Radio UOL,hacer la defesa do portuñol selbage, cuja embaijada em San Pablo me foe confeada pelo astronauta de chacos paraguayos Douglas Diegues, el comandante en chiefe del portunhol selbagem, lengua q abarca o português, o espanhol y, claro, cunhã-tai, o guarany. Enfim, lo esperanto de las fronteras. Gracias a las indagaciones iluminadas de Caco & la rovem ramurschiana Ana Pandez, a tertúlia hay me contentado muchissimo. De quebra, o amigo lector ainda ganha uma foto otima para pendurar em algum espantalho da sua roça ou canteiro de obras. Detalhe: na foto, tento imitar a pose solene de los escribas que ganham el premio Pulitzer,por supuesto. Buenas marés a todos.

Escrito por xico sá às 14h45
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TIPOS INESQUECÍVEIS -O HOMEM DO GÁS(I)

 Nada do velho mecânico sujo de graxa,  o pescador da praia semi-virgem ou o caminhoneiro na banguela do desejo e da sorte. O fetiche rupestre da vez é o homem do gás. Aquele barulhinho no botijão, tec-tec-tec, prefixo incendiário dos vendedores do gênero, virou Mozart para o ouvido das moças, as moças prendadas, as moças que cozinham os nossos juízos e fazem sarapatel, já em plena lua de mel, dos nossos pobres corazones.

O encanador, esqueça, o operário teve o seu tempo entre as belas comunistas dos anos 70, o leiteiro, adeus, foi atropelado pela vaca mecânica, o carteiro, coitado, foi mordido pelos cães modernos da impaciência, a carta de amor também, meu bem, já era.

Adeus urso pé-de-lã, civilizadíssimo, bons modos, amante da discrição e do silêncio, o sábio come-quieto, esqueça. A hora e a vez, reza a crônica de costumes, é do nada discreto homem do gás.

Celebrado pelo grupo Tanga de Sereia, Recife, Pernambuco, o malaco, o ligeiro, o tinhoso, o tampa de Crush dos novos tempos não é apenas mais um Ricardão passageiro, coisa de moda, tendência etc. O homem do gás é o novo terror dos lares, mal-assombro sem mistério que age em plena luz do dia, ali por volta das onze e meia, quando o tempero da vizinha reacende a vida, quando a fome e a vontade de comer dançam a valsa da “mucica”, quando a panela de pressão apita na curva.

Pense numa criatura por quem não podemos mesmo botar a mão no fogo. Pense numa criatura altamente periculosa e inflamável.

“Eu tão necessitada,mandei ele entrar/ Não esqueço jamais/ E com o meu corpo em chamas/ Fiz amor com o homem do gás”, diz a edificante letra de Paulo Roberto, rapaz decente do conjunto musical supracitado.

Mas perdição mesmo é o clipe da  música do Tanga de Sereia com a atriz Hermila Guedes (dos filmes “Céu de Suely”, “Baixio das Bestas”, entre outros), no papel da honesta chofer de forno & fogão. Um sucesso aquele shortinho amarelo!

Para ver o clipe é só buscá-lo no Youtube, a bodega televisiva da Internet. Ai você verá do que é capaz o homem do gás.

O sujeito entra abaixadinho feito mecânico de skate. Pense no estrago e na sorte do homem.

E como é linda essa Hermila, sua beleza nunca cansa, merece todos os bregas, sambas, boleros e cha-chas-chas .

É pelos ossinhos das saboneteiras que se conhece, logo à primeira vista, uma estrela. Reparem nesta lição de anatomia de Hermila.

Coisa mais linda!

Se, como dizia Vinicius de Moraes, uma mulher sem saboneteiras é como um rio sem pontes, Hermila é o São Francisco na altura de Juazeiro e Petrolina, com aquele pontilhão gigante que une a Bahia a Pernambuco. E foi justamente dali, de Cabrobó, município banhado pelas mesmas águas do velho Chico, que Hermila ganhou o mundo.

É de incendiar o coração de qualquer homem do gás, é de fazer borbulhas de amor e sabão no mais vedado dos botijões de uma casa.

Não foi à toa que a turma do “Sopa de Tamanco” elegeu Hermila como musa-mor. No júri, escribas do melhor naipe, como Geneton Moraes Neto e Amin Stepple.

É, amigo, o cafuçu da hora é o homem do gás, todo cuidado é pouco com esse cabra, pois ele chega justo na hora em que você reclama da comida de casa, na hora do enjôo, do fastio de viver, exatamente naquela fase que negamos amor & fuego.



Escrito por xico sá às 00h47
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