o carapuceiro



QUASE SEXO, QUASE MELANCOLIA, QUASE UM CONTO

...a bundinha mais gostosa que vi na minha frente, uma das mais, vai, não exagera. Não pela idade, 1/2 Balzac, mas por que era mesmo, à vera. Cheinha, como gosto, digo, falsa magra, linda. Mestiça, jambo-girl, a mais linda da cidade, velho Charles, caeté, como os que devoraram o bispo Sardinha ali perto, mar de Coruripe. "Amor, paga um uísque com avoante", ela. Red Bull?, eu pergunto. "É, pra gente endoidecer um pouquinho", ela. Quem garante? "La garantia soy yo!", ela. Pagaste? Paguei. E se por acaso eu pensasse em ficar com você?, eu. "Tudo tão fácil", ela. Sem processo de desejo, eu, sem metafísica, simples assim. "O sr. tá amando e sofrendo mutcho,né?", ela, alagoana como a angústia do velho Graça. Deste para adivinhar? "Se quiser só conversar...", ela. Eu quero. Pega a chave do quarto. "Tu me dá quanto?", ela. Só pra conversar 50, uma onça. "Já visse minha bundinha, doido?", ela. "Nenhum agüenta", ela. "Nem meu padrasto", ela. "Nem meu tio", ela. "Meu pai também (se benze, é morto) num me agüentava de shortinho dia de domingo lavando carro", ela. "Deus o tenha num bom lugar", ela. Vamo. Ela tirou a saia e dançou na frente do espelho do quarto, nem tão vagabundo assim, luxo até, classe. Eu mandei botar a calcinha, eu mandei botar a saia, eu disse suba aqui pr´eu olhar de baixo pra cima, como em filme francês que eu via no cine AIP do Recife de graça. Meu pau quase nada, amando muito outra. "Laiga essa vagabunda e vem pro quentinho de mim, chove aqui dentro", ela. "Te amoito pro resto dos dias", ela. O resto dos dias dessa semana?, eu. "Oxe, se pingar um dinheirinho nunca mais te deixo, quero ser sustentada por um velho safado", ela. "Num quero ouvir fraqueza tua", ela. "Vou mexer o rabinho pela última vez", ela. "É agora ou nunca", ela. "Acha pouco?", ela. "Me sustenta", ela. "Quer dizer, me ajuda a ganhar o troco do mundo que amacio viver", ela. Peço mais um litro de Drurys, boate Coquetel, praia do Guaxuma, lá perto onde PC Farias tombou, ainda lembro da calcinha de Suzana Marcolino cheia de sangue. A jambo-girl rebola com o rabinho mais redondo e mestiço que eu já vi na minha frente. Puta por não comê-la. Era a melhor da minha vida, talvez por isso. 1/2 Balzac, não importa, empinadinha, coisa. Ela ligou e pediu a música preferida no sistema de som interno. Rebolou e disse e agora?, doido, vacilão, vem meu véio, vem ver a ema gemer? Eu tentava bater uma com as poucas lágrimas dos meus olhos secos, quero chorar não tenho lágrimas, cuspe, nada, boca seca, árido que nem. Mas pense numa bundinha. Mesmo com meu amor de muito, tinha noção do que perdia, mas também não tinha como. Brincamos de não-dormir honestamente juntinhos. "Num gosto de ganhar dinheiro fácil assim", ela. "Goza pelo meno na minha boquinha, vai, já já um sol danado".



Escrito por xico sá às 20h34
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O CADARÇO, MOÇO!

O personagem Edgar, da peça “Bonitinha mas ordinária”, do tio Nelson, dizia, salivando, obsessivo, atribuindo a sentença ao Otto Lara Resende: ”O mineiro só é solidário no câncer.”

O mineiro aqui entra como metonímia, claro, mas deixemos o próprio Edgar com a palavra, de novo: “Mas olha a sutileza, não é bem o mineiro, ou não é só o mineiro. É o homem, o ser humano. Eu, o senhor ou qualquer um, só é solidário no câncer. Compreendeu?”

Sim, a frase do tio Nelson continua atualíssima, mesmo que alguns desalmados, até mesmo parentes próximos, tentem ignorar doenças graves dos seus entes queridos.

Se no capítulo da saúde só há solidariedade no câncer, nas ruas, hoje em dia, o brasileiro só é solidário no momento do cadarço desamarrado.

Tente andar cem metros com os sapatos em desalinho.

Dificilmente conseguirá.

Em um segundo surge alguém, por mais apressado que esteja, e dirá: “Moço, o cadarço...”

Ontem mesmo fiz esse teste, mal consegui mudar o passo. E repare que foi em plena correria da avenida Paulista.

Sim, é perigoso pisar em cima e levar um tombo, mas existem tantas outras coisas mais importantes e ninguém liga, ninguém dá a mínima.

Um amigo, epilético, me conta que já teve crises na rua, aqui em São Paulo, e ninguém o amparou um segundo.

Anestesia geral, meu velho. É como se nada tivesse acontecendo. Devem achar que se trata de mais um golpista. “Do jeito que o mundo anda”, ele mesmo diz, resignado.

Quantas moças choram por quilômetros nas ruas, por amor, óbvio, e ninguém é capaz de ofertar um simples lenço. Ninguém diz sequer “encosta a tua cabecinha no meu ombro e chora”.  

Com o cadarço, não. É uma praga. Todo mundo repara e alerta, socorre, alguns até em tom de abuso e autoritarismo.

O que não falta nas ruas das grandes cidades é fiscal de cadarço. Como se um sapato ou tênis desamarrado pusesse também em risco a harmonia de cada um de nós.

Nina, amiga del corazón, me alertou para o tema. Outro dia, reagiu a uma senhorinha que passou um pito por causa do, adivinhe, do cadarço, claro.

O Mário Bortolotto, outro chapa, resolveu esse problema de vez. Agora usa as suas botas sem cadarço mesmo. O tempo inteiro. Se bem que ele tem outra explicação para a mudança, que já tem seguidores: não é nada mole chegar em casa com umas e outras na cabeça, um tanto borracho, e desembaralhar os cadarços. Cansado de tanto dormir em coturnos, achou melhor arrancar os cordões de vez. Laços fora, camaradas.

Quem também não se dava nada bem com os cadarços era o Svevo Bandini, o pai do Arturo, aquele que espera a primavera no mais belo livro do John Fante. Bem, mas ai já é outra parada.



Escrito por xico sá às 16h29
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A VIDA É BREVE, A D.R. É LONGA

“Ai naquele maior barraco, ele, rapaz acadêmico, vem com uma citação de Delleuze (o Gilles, filósofo francês) pra cima de mim, vê se pode uma coisa dessas?!!”

Pior é que pode.

 Sim, como o desabafo da amiga N. não nos deixa mentir, intelectual (ou metido a) bota Delleuze & Sartre até no meio de uma D.R., a sigla como é conhecida hoje a mitológica Discussão de Relação , mesmo a mais breve.

Embora seja escritora de mancheia e conhecedora do mundo afrancesado, N. não se conteve diante do mancebo-dos-rizomas. Deu download na brava cabocla Iracema que mora na sua alma cearense e sapecou: “Diabeisso?!”, corruptela alencarina de “que diabo é isso, miserável?!”

Ela não concebia que naquelas cinzas das horas, a casa caindo, alguma criatura esquecesse de mirar o próprio teto e convocasse Delleuze para resolver o drama de alcova. Como se a vida a dois fosse uma tese, como se desconsiderasse o conhecimento do belo inferno dos lares.

D.R. com intelectual ou artista envolvido é assim mesmo. Não tem jeito. D´onde classificamos alguns embates com os seus respectivos padrinhos, além do Delleuze já citado da cumeeira desse texto:

 

D.R. Kurosawa – Outro noite adiei a saideira por horas, na Mercearia San Piedro, reparando num embate de casal que imitava a arte deste cineasta. Uma discussão lenta, imagens lindas, arrozais sob montanhas, silêncios que falam coisas, uma peleja quase em ideogramas.

 

D.R. MPB -  Indecifrável e incompreensível como o “zum de besouro ímã” do verso do Djavan. Muita onomatopéia e nem uma idéia os males da D.R. são. É uma D.R. assim “nem menina nem mulher, lilás”, como no enigma de uma canción de Zé Ramalho.

 

D.R. Erística _ Como na corrente homônima herdada dos gregos, a arte de triunfar no barraco oral mesmo sem ter razão.

 

D.R. punk-rock _ Três acordes e vai cada um pro seu lado, dormir na casa da mãe, de um(a) amigo (a), hotel, flat, amante, homeless...

 

D.R. Paulo Coelho _ Depois de “Onze minutos” de sexo, o barraco sempre começa com uma parábola bíblica ou uma lenda árabe.

 

D.R. Bartleby _   “Prefiro não discutir”, diz uma das partes, repetindo o mantra do escriturário do livro homônimo de Melville.

 

D.R. free-style _ É a discussão rimada, estilo rap, passionais MC´s:  “Assim você me afunda/ com esse pé-na-bunda/ com essa insensatez.../ meu barquinho já naufraga/bossa nova é uma praga/veja só que a vida fez!”

 

D.R. brechtiana _ A arte de enfrentar o público, seja num botequim seja numa festa, com o distanciamento do personagem, como se dissessem do palco, a cada golpe, “não é nada disso que vocês estão pensando, controlem-se”.

 

D.R. Abaporu ou D.R. arte moderna _ Típica discussão sem pé nem cabeça, que para nenhum dos dois interessa.

 

D.R. metalingüística _ A D.R. da D.R., tipo roteiro de Kauffman (“Adaptação”, o filme), exercício das cabeças requentadas ou das mentes ressentidas.

 

[CONTINUA –mande tb a sua colaboração]



Escrito por xico sá às 12h33
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