o carapuceiro



A LINGUAGUEM DOS PRAZERES DIVIDIDOS

Se liga no que diz o dotô Michel Foucault, quem diria, mobral sentimental como sou, analfa de pai e mãe, grudei num livrinho que se lê no avião, no ônibus, no trânsito, no último metrô: A mulher/Os rapazes (editora Paz&Terra), coisa de cinco contos de réis. Trata-se da arte do vínculo conjugal & quetais. Tô dentro até los uevos de oro, como diria meu compay Bigas Luna -o Cláudio Assis de Castela, Mancha y Castela.

Se liga entonces, aluado(a): no embate entre os estóicos, que não fogem do casamento nem cá moléstia dos cachorros (pense num povo de coragem!), contra os cínicos, que correm léguas como uma Lola incendiada fugindo da Tamarineira -aquele velho hospício do Hellcife, ali no sítio homônimo a caminho de Casa Amarela, Bomba do Hemetério, Shot Line...

Na peleja supracitada, pois, ficamos com os estóicos, mai-teco, claro. Estóicos 1x0 Cínicos -anota o garoto do placar dos Aflitos. 

O casamento não apenas como moral bíblica, familiar e procriadora de novos e corados rebentos, mas como a arte de dormir repetidamente de conchinha, superbonder, araldite, amanhã de manhã vou pedir o café pra nós dois, te fazer um cariño e después...

...e depois tudo certo como dois e dois são cinco... e mais adiante, tudo em volta está deserto, tudo certo, que venha o inevitável abismo, mas que demore bem muito, até lá o proveito é das almas grandes, vida noves fora zero.

 Há sim uma linguagem nos prazeres divididos, me sopra o dotô Foucault, não obrigatoriamente nos prazeres da linguagem dos quintais periquitosos, como aquelas aves que despertam a fúria do narrador de Graciliano Ramos, no livraço São Bernardo. A cena: o sr. Paulo Honório desgostoso com uma moça, vai lá no caminho da roça, depara-se com um frege de periquitos e fica maluco, virado na febre do rato; aquela folia brejeira e emperiquitada era a crua figura do amor que conhece o auge para descambar depois nos atoleiros possíveis. Calma, seu Honório, deixa a maçaranduba do tempo de molho.

Mas há sim, me canta aqui o dotô Folcaut, a necessidade de uma estética das mãos dadas, do passeio, dos óculos escuros gastos sob o mesmo sol, da invenção do flâneur-pombinhos, da felicidade imediatista e besta do almoço dos domingos com os pezinhos tocando por debaixo da mesa. São estas belas leseiras que justificam uma vida, o resto é ego e curriculum vitae!

 

P.S. para um alentado e embriagado debate: falar em dotô Foucault, trava-se outra boa peleja, inclusive com ele no meio, a partir do blog de outro doctor, o Estranho, sobre a invenção do Nordeste, de como formou-se a imagem que hoje, por exemplo, o senso comum do tal eixo Rio-SP tem das nossas plagas distantes. Leitura valiosa. É só entrar aqui e vamos simbora.



Escrito por xico sá às 11h30
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PASSIONAIS MC´s OU COM VOCÊS, ANTÔNIO MARIA

 Ciúme, o inferno do amor possessivo, como naquele filme francês. Ciúmes, ciúmes de você, como na lírica do Rei Roberto.

Já vi de quase tudo em matéria de barraco. Vi, vivi, e confesso que bebi e quebrei, controles remotos, óculos no teto, como um castigo imposto pelos deuses gregos... ceguei-me, como aqueles malucos de Shakespeare, sapatos aos mares, Iemanjá, por favor devolva-me, era um legítimo couro de lagarto vulcânico!

 “Tenho ciúmes até, da roupa que tu vestes”, como na canção das antigas.

Mas, distintas damas & cavalheiros, nunca tinha visto nada comparável ao ciúme do Maria, Antônio Maria, pernambucano, letrista, radialista, narrador de futebol, cronista, o cão do sétimo livro.

Da turma rara dos passionais MCs _Mestre de Cerimônias do amor de muito, do amor demais.

Rubem Braga era grande, mas perdia tempos com sabiás, Maria não, ia direto às duas coisas que interessam na curta existência: a boemia e as mulheres.

Maria morreu disso.

De tanto amar.

Tinha ciúmes até da televisão, como contou Danuza.

 Achava que os atores ou apresentadores estavam a flertá-la. Tinha ciúmes dele mesmo, da própria sombra rechonchuda, mais de 100 kg de sentimentalismo, lirismo a correr nas veias carregadas de álcool, possessividade e colesterol.

Nunca se sabe por qual motivo uma mulher deixa um mancebo por outro. É algo mais misterioso do que a Santíssima Trindade, os milagres de Fátima, nada óbvio como nós hombres, feridos no ego de macho, imaginamos. Perguntamos ao pó, ao cachorro engarrafado, ao mendigo com barbas de profeta... e ninguém nos responde à altura.

Você ai, bonita, inteligente e gostosa, saberia dizer o motivo de ter sido deixada?  

E olhe que homem quase não deixa, sempre demora, sempre tucaniza no amor, haja muro, adia, cofia a barba das interrogações, acumula as costelas no bafo da falta de coragem e outras vergonhas na cara.

Nunca se sabe por qual motivo uma mulher deixa um homem por outro. Pode ser por qualquer coisa. O mais são teses e objetos pontiagudos que o destino nos prega na fronte, como diz o compadre Marçal Aquino.

 Ah, as dores do mundo.

E o velho Maria morreu de quê?

Do coração, claro, pouco mais de 40 anos. E digo mais: ninguém morre do coração por problemas congênitos ou falta de regulamentos na vida, como chegaram a dizer à época.

Só o amor de verdade mata um homem forte como aquele. Gordura e estrago nunca mataram ninguém nessa vida, o mais são frios, discutíveis e garranchosos diagnósticos médicos.

Morreu de ciúmes, esse veneno assassino, ou quase.



Escrito por xico sá às 17h39
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COMO ELIMINAR O AMANTE -SEM GASTAR MUNIÇÃO

O leitor aflito me escreve. Quer ajuda, conselhos, alguma filosofia de consolação, ombro, ouvidos... Invoco a Miss Corações Solitários que costuma fazer morada nesta pobre caveira envelhecida em barris de bálsamo.

Não posso deixá-lo a mascar o jiló do abandono. Está desconsolado, como o Sizenando de Rubem Braga, que viu a amada cair nos braços de um playboy. Um idiota que não sabia sequer uma palavra de esperanto.

A vida é triste, Sizenando, como soprou-lhe o cronista.

Com Amaro, chamemos assim o nosso ensaio de Bentinho, não foi diferente.

Quis o destino parafusar-lhe objetos pontiagudos à testa.

Sim, ela tem um amante. Daqueles amantes que se encontram à tarde, num intervalo qualquer, no recreio da vida chata.

Nem foi preciso contratar o detive particular, conta-me o nosso Amaro. Ele mesmo fez as vezes de cão farejador de sua própria desgraça.

Que fazer?, indaga, num email no qual até a arroba bóia em poças de lágrimas.

 Mato o desgraçado?

Tiro a vida da desalmada?

 Vou-me embora pra Tegucigalpa?

 Salto mortal da ponte Buarque de Macedo?

Um trágico, esse rapaz. Como os de antigamente. Amaro é do tempo em que os homens coravam. Ainda tenho vergonha na cara, envaidece-se o próprio.

Sossega, Amaro.

O melhor que fazes, respondi ao marido em fúria, é sumir por uns dias, inventar uma viagem, e dar todo tempo do mundo ao infeliz desse amante.

Banalizar o amante, meu caro e bom Amaro.

Entendeste?

Deixar que eles durmam e acordem juntos. Que tenham seus problemas, que percam o luxo dos encontros fortuitos e vespertinos, que se esbaldem.

É necessário deixar a Bovary sentir o bafo matinal da rotina.

A vida dos amantes dura porque eles só vivem as surpresas e valorizam cada minuto do relógio que põem sobre a cabeceira daquele motel barato.

Nada mais cruel para o amante da tua mulher que presenteá-lo com o pão-com-manteiga do dia-a-dia. A rotina é o cavalo de tróia do amor.

Amaro, nada de violência ou besteiras desse naipe.

 Ao amante, todas as chances do mundo. Ao amante aquela D.R., a mitológica discussão de relação, o debate sem fim em plena TPM, quando o que ele mais queria era apenas ver a mesa redonda na tevê.

Um amante nunca sabe o que venha ser uma mulher sob o domínio da TPM. Ela faz questão de reservar todos os direitos desse ciclo ao pobre marido.

Ao amante, Amaro, a tapioca fria e sem recheio da rotina do calendário.

Ao amante, Amaro, a falta de assunto, o torresmo vencido do tédio.

Ao amante, os cabelos revoltos da mulher, naqueles dias em que nem mesmo ela se agüenta ou encara o espelho. Naqueles dias em que os cabelos brigam com as leis do cosmo e não há pente ou diabo que dê jeito.

Some, Amaro, depois me conta.



Escrito por xico sá às 14h10
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