o carapuceiro



WW NO PARAÍSO

SIMPLESMENTE IMPERDIBLE. HOY, QUINTA DOS INFIERNOS, DIA 15 DE MAIO, 21H, ESSA HORA DE MISSA DO SESC, SESC POMPÉIA, WANDER WILDNER LANÇAR O SENSACIONAL DISCO LA CANCION INESPERADA. SP. BORA. BUERA. UNA CELEBRACIÓN DEL ESPANHOL SELVAGEM. LA ULTIMA A LLEGAR ES MUJER DE MI MADRE. BESOSSS



Escrito por xico sá às 17h13
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DA SÉRIE BÁRBAROS X CIVILIZADOS

Curador, eis a função do momento. Ultra-mega-hype, como reza a hipérbole fashionista da estação.

 Já repararam que agora existe uma curadoria para qualquer evento, mesmo uma tertúlia de boteco? Todo mundo quer e se orgulha desse ofício. Assim como ser DJ, chef, hayr stylist ou personal-qualquer-coisa nos anos 90, ser curador é o que há nos anos 00.

Tem curador para tudo, remate de todos os males artísticos nacionais.

 Do folguedo do boi-bumbá à Bienal; da feira de livros do grêmio lítero-recreativo de Brumadinho aos velhinhos que molham religiosamente o biscoito no chá de catuaba da ABL na era pós-Luana  sem calcinha.

 

No início era o verbo...

 

Do latim, “curator”, aquele cuja missão é administrar e cuidar da seleção e organização de uma pajelança qualquer. Coisa fina. O primeiro da raça viveu na Roma Antiga e cuidava de atirar plebeus aos leões. No Brasil, vingou nas artes plásticas, com as bienais dos anos 1980. Agora é moda. Lindo. Tem curador até para briga de galo, leilão de zebus, exposição de nelores, feiras de tapetes, chá de caridade...

 

Os novos célebres

 

Os cartazes exibem, foguetório da glória, “Curadoria: Fulano de Tal”. Até os lambe-lambes, nos muros da cidade, fazem constar o crédito de luxo do momento. Tudo é curadoria. Os curadores invadem a “Ilha de Caras”, a festa da “Quem”, são reconhecidos na ponte-aérea. Celebrizemos de vez os curadores, indistintamente. Um país sério é feito de curadores, as obras que se danem. Organizador que nada, eu agora sou é da curadoria, seus babaquaras demodês.

 

 

Eu curador de mim

 

Por que não? Pinto, bordo, costuro para fora e faço a minha própria curadoria. Chega de atravessadores –eu sou eu e sou o outro... e sou também qualquer coisa de intermédio, como diz a sábia lírica portuguesa. Eu me escolho, eu me exponho, faço o press-release, eu me critico no meu site [via heterônimos], faço o lobby, eu me vendo, eu me entrego todinho, a vista, a prazo, pré-datado, a domicílio.

 

Socialismo para milionários

 

“O que é roubar um banco diante de funda-lo?” Calma velho Brecht, agora o ditado é assim: “O que é fundar um banco diante de ser um curador-banqueiro?”  Os nossos generosos milionários se entregaram de vez às belas artes, nunca se viu nada igual desde que o conde Maurício de Nassau trouxe a caravela de artistas ao Pernambuco holandês. Quando ouvir falar em curadoria do gênero, saque logo o seu talão de cheques.  

 

Código do bom-tom

 

Rápida e necessária regra de civilidade: o grande curador deve entender obrigatoriamente mais de vinho e de alta gastronomia do que de arte em geral. À boa mesa é que ele papa a crítica, o faminto estafeta das repartições culturais e a balzaca-tailleur do marketing da companhia patrocinadora.

 

Do recurso do método

 

Os bons curadores são pessoas muito criteriosas e exigentes. Exigem o deles sempre adiantado.

 

 



Escrito por xico sá às 11h10
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CÃO DE GUARDA (RELOADED, A PEDIDOS)

“Amar, além de muitas outras coisas, quer dizer deleitar-se na contemplação e na observação da pessoa amada”, sopra o velho escritor Alberto Moravia,  sempre aqui na cabeceira.

Uma das melhores coisas da vida é observar a pessoa amada que dorme,entregue, para além dos pesadelos diários.

Como bem disse Antônio Maria, o grande cronista que aparece com ciúmes até da própria sombra na vida e no livro da Danuza , um homem e uma mulher jamais deveriam dormir ao mesmo tempo, embora invariavelmente juntos, para que não perdessem, um no outro, o primeiro carinho de que desperta.

Experimente você também, sensíiiiiiiivel leitora, vê o seu homem quando dorme. Há uma beleza nessa vigília que os tempos corridos de hoje não percebem.

Amar é... vê-lo dormindo como um Garfield lesado e alasanhado.

Cada mexidinha, cada gesto. O que sonha nesse exato momento? Tomara que seja comigo, você pensa, pois o amor também é egoísmo.

Gaste pelo menos meia hora por semana nesse privilegiado observatório.

Psiuuuuu!

Ela dorme.

Mãozinha no ar, como se apanhasse pássaros, que coisa mais linda. Uns 23 minutos assim, mirei no rádio-relógio. A mão desce ao colchão, quase dormente, formigamentos. Coça o nariz. Põe a mãozinha direita entre as coxas. Agora vira de lado, como os antigos LPs quando gastavam as seis músicas do A. E me abraça como nunca fosse partir, corpos viciados, almas em busca de um acerto.

Dorme, meu anjo.

Ela obedece.

Vigio o sono dela como um soldado zapatista na selva escura.

Como um cão zela o sangue do dono.

Como se fosse um homem-exército e pronto.

Amar, no início era o verbo intransitivo da alemã professora de amor de Mario de Andrade. O idílio tem sobrevida, não como gênero, mas como vício, vício de amar. Amar de muito.

A mão desce agora sobre o meu peito, como se medisse meus batimentos.

A mão direita volta para a arte de apanhar pássaros, que beleza, que diabos!

O ideal é que você, amiga leitora e sensivi, durma do lado esquerdo da cama, o do coração, sempre.

Mãozinha no ar catando pássaros. Até se acalmar de vez.

Calmaria danada de horas, sem coreografias ou narrativas. Sonha, sonha, sonha, minha menina.

 Como é lindo a vigília ao sono dela.

Coça o nariz. Sussurra umas onomatopeiazinhas lindas de sonhos de besouros.

Ela arruma os cabelos como algas, entorpeço num mergulho.

Observar o sono do(a) amado(a) é a melhor maneira de mapear a sua beleza.

É a melhor maneira de conhecer o homem ou a mulher com quem dormimos.

E como são lindas aquelas marquinhas deixadas pelos lençóis no corpo dela. Um mapa de delírios! Melhor é lê-las como quem adivinha os sonhos e o futuro no fundo da xícara árabe ou nas cartas.



Escrito por xico sá às 13h26
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WONG KAR-WAI UN KARAI

Vilgi p q wong kar-wai foi tão publicitário e medonho no beijo roubado?? So passava trenzinnn esteticamente azuladim, horrivi, jisus... quele povim safadim e mal vestidimcoitadim... aquela boininha verdinha, de uma muiézinha llamada... Cuma era merma o batistério de la ninã, lembra?, aquela coisinha do cinena, ah deus do céu nossa senhora, q pobreza, não-sei-la-o-que-jones, q pobrezzaaaa...

P q foi tão encomenda e tão americano do norte q não o norte do zoim fechado dele merme por quê? Sim, na encomenda a musa entrega correno e se joga por qualquer plata, sabemi, mas carecia fazer aquele filmim tão ruim, assim, mô dios? Fui no cinemim com minha mulherzin e me fudi assi feitim um roçadim de Mogi mirim q num vingô ningun brotin, xá pra la xangrilá, contece, né, jisuscristim?!

Ô mó, peixim daquarim, q fitinha safada a dois conto de réis, quem mandô achar q só o zoim fechado la daquele povim ia dá bom firme, ne?, seno asi prefiro craudesí, lá da nossa disordi merma pernambuquim... hihihihihi



Escrito por xico sá às 03h52
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BENÇA, MÃE*

Mãe, ainda me lembro quando tu colocaste a rede no fundo da mala, mala de couro, forrada com brim cáqui, e perguntaste, tentando sorrir no prumo da estrada: “Filho, será que na capital tem armador nas paredes?”

Naquela noite eu partiria para o Recife, que conhecia apenas de fotos e do mar de histórias trazidos pelos amigos. Lembro de uma penca de fotografias em especial, que ilustrava uma bolsa de plástico que usava para carregar meus livros e cadernos. Lá estavam as pontes do centro, casario da Aurora ao fundo, lá estava a sede da Sudene, símbolo de grandeza naquele apagar dos anos 1970, lá estava o Colosso do Arruda, o estádio do Santa...

Quando o ônibus gemeu as dores da partida, aquela zoada inesquecível que carregamos para todo o sempre, tu me olhaste firme, e eu segurei as lágrimas tão-somente para dizer que já era um homem, que era chegada a hora de ganhar o mundo, o mundo que conhecia somente pelo rádio, meu vício desde pequeno, no rádio em que ouvia os Beatles, as resenhas e as transmissões esportivas das rádios Nacional, além de todo um sortimento de novidades daqui e do estrangeiro.

Lembro que naquele dia, mãe, ouvimos juntos o horóscopo de Omar Cardoso, na rádio Educadora (ou teria sido na Progresso de Juazeiro?). Que falava dos novos rumos do signo de Libra. Você disse: “Tá vendo, meu filho, você será muito feliz bem longe”.

A voz de Omar Cardoso e o seu mantra ecoava no juízo: “Todos os dias, sob todos os pontos de vista, vou cada vez melhor!”

Foi o dia mais curto de toda a existência. O almoço chegou correndo, a merenda da tarde passou voando... e quando dei fé estava diante da placa Crato/Recife, Viação Princesa do Agreste.

Todo choro que segurei na tua frente, mãe, foi derramado em todas as léguas seguintes. Mal chegou em Barbalha eu já estava com os dois lenços de pano –outro cuidado seu com o rebento- molhados. Em Missão Velha, uma moça bonita, uma estudante que voltava de férias, me confortou: “É para o seu bem, foi assim também comigo”.

Quando chegou em Salgueiro, além dos lenços e da camisa nova -xadrezinho da marca Guararapes-, o livro Angústia, de Graciliano Ramos, um dos motivos da minha vontade de conhecer a vida, também já estava encharcado.

E assim foi a viagem toda. Com direito a soluços, que acordaram a velhinha que ia ao meu lado, quando o ônibus chegou ao amanhecer no Recife.

Arrastei a mala pelo bairro de São José e procurei a pensão mais econômica.

Sim, mãe, tem armador de rede, escrevi na primeira carta. Naquele tempo não usava-se, em famílias sem muito dinheiro, o telefone. Era tudo na base do “espero que esta te encontre com saúde”, como a gente escrevia na formalidade das missivas.

É mãe, neste teu dia, que está quase chegando a hora, quero lembrar que a coisa que mais me comoveu foi tua coragem, que eu até achava, cá entre nós, que fosse dureza além da conta d´alma. Até falei, um dia no divã, sobre o assunto, como se eu quisesse que naquela despedida o sertão virasse o teu mar de pranto.

Eis que recentemente me contaste como foi duro, que tudo não passava de um jeito para não fazer que eu desistisse de ganhar a rodagem. Aí me lembrei de uma sabedoria que citava nas cartas e bilhetes, quando eu esmorecia um pouco na sobrevivência da cidade grande: “Saudade não bota panela no fogo”. E ainda reforçava: “Saudade não cozinha feijão, coragem, filho, coragem”.

Em nome das mães de todos os meninos e meninas que partiram, dona Maria do Socorro, quero te deixar beijos e flores.

Sim, mãe, agora já sabes que somos de uma família de homens chorões, são 04h06 de uma quarta-feira e eu choro um pouco, como fazia no fundo daquela rede colorida que puseste no fundo da mala, chorava tanto nos sótãos das pensões do Recife  que os chinelos amanheciam boiando no quarto, como se quisessem tomar o caminho de volta para casa.

 

*crônica publicada no final de semana nos jornais O Tempo(BH), Diário de Pernambuco e Diário do Nordeste (Fortaleza). Distribuição agência BrPress. veículos interessados na publicação devem procurar juliana@brpress.com.br

 



Escrito por xico sá às 18h27
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