o carapuceiro



TELEFÔNICOS CORAZONES *

O pecado, em todas as suas formas, cores e tamanhos está nos orelhões. “Aline, 18, comigo a palavra proibido foi riscada do meu caderninho logo cedo...”  “Fabianne, mulata, rostinho perfeito, dengo, faço tudo,  indecepcionável...” Indecepcionável mesmo, seu Pasquale, sem “sic” na linguagem do prazer. São as Guimaraes Rosas, as James Joyces do sexo pago. Elas ocupam, com etiquetas-anúncios, todos os orelhões da cidade de SP. Nos jornais, o tijolinho sai caro, precisam deixar tudo muito cifrado: “Bia, fç td bb perf c/ bj an/or”. Tradução: Faço tudo, bumbum perfeito, com beijo, anal e oral. Virou uma novilíngua medonha.

Nos orelhões, o espaço é de graça e mais democrático. Alcança também aqueles clientes que não compram jornal, pois preferem viver com as suas próprias invenções e mentiras. “Sullen, bumbum empinadinho, recém chegada a SP, para você esquecer até o desemprego”, essa etiqueta, pregada em um telefone nos arredores do Copan, na Ipiranga, tenta pegar os desesperados sob o sol da segunda-feira –o dia em que o Centro ferve as dores dos encostados, dos perdidos e dos considerados obsoletos.

Suellen e a maioria delas cobram conforme a crise: R$ 10. “Pode gozar duas vezes”, assim terminam muitos anúncios de orelhões, generosidade para o exército de reserva. É louco, talvez o Contardo Calligaris nos explique, mas o desemprego empurra o homem para masturbação permanente e para a busca louca por sexo. Talvez por isso, nunca o sexo pago chegou a preços tão baixos e ofertas tão franciscanas na capital mais neoliberal do país.

O beijo é outra novidade histórica. Tanto nos jornais como nos orelhões, as raparigas passaram a vender o mimo como um atrativo indispensável. Historicamente, sempre odiaram esse carinho, mesmo que feito de maneira artificial. De certa forma é uma volta à Idade Média, quando, por causa do alto índice de proliferação de doenças, só elas se permitiam, sob a garantia de algumas patacas, ao boca-a-boca.

“Anny, coroa fogosa para quem sabe dar valor...” “Adri, porque a vida não é compromisso, a vida é prazer...” “Andrea, bumbum doirado para tardes calientes, toda tua...” Mesmo nos orelhões, a maioria dos anúncios-etiquetas apresentam moças com nomes na letra “A”. Herança dos classificados de jornais, quando elas, por causa da melhor visibilidade, adotam heterônimos com as primeiras letras do alfabeto. “Bianca, boneca, para quem acha que sexo é sonho sem preconceito”. “Karen & Lucy, mãe e filha, comprove com documentos”. “Dupla, pça. República, 100% loira e 100% negra...”

“Demorô, rapá! ``, disse o pombo velho, cinza e triste, que cruzou o meu caminho ali no Arouche. E segui para o local do último anúncio. Como eu tinha revisto a “Doce Vida” e acho que todas elas merecem a última gota da minha Veuve Clicloq _ mesmo que eu me desmanche em letras, bicos e costuras para fora_, adquiri uma garrafa da viúva ali numa travessa da Vieira de Carvalho e segui aceleradamente. O dia estava tão lindo que a fonte da República virou a Fontanna de Trevi, onde joguei meus últimos cobres... Eu me sentia o próprio Alberto Moravia _comunista, safado e elegante.

Subi. Lindas. Um cheiro de Koleston danado na quitinete, acho que a loira tinha acabado de pintar os cabelos para atender ao apelo colado no orelhão. Humano, falsamente humano. Lindas. Botamos a champanhe para gelar. A negra pintava as unhas, uma graça, e vestia uma calcinha amarela bem-comportada. Adoraram a minha falta de pressa, diferentes das meninas do ramo, quase sempre tão neoliberais quanto qualquer taxista ou um resfolegante diretor da Fiesp.

Até que a champanhe gelou... Não vivemos a bela vida, mas a imitamos decentemente. Seja numa cobertura, seja numa quitinete.

 

* da série "crônicas da luz vermelha", inéditas, sp, ano da graça de 2003



Escrito por xico sá às 03h12
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A ARTE DO ORGASMO FINGIDO & OUTRAS MENTIRAS SINCERAS

Não há mais dúvidas: quanto mais beira o verossímil, com gritos lancinantes na noite, como assimilamos do cinema, mais fingido é o tal do orgasmo. Nunca é condizente com a nossa performance e suor. Os melhores e mais recompensadores orgasmos guardam o bom preceito da educação dos gemidos. Um clássico!

 

Por mais megalomaníaco que seja Vossa Senhoria, recomendo que não acredite naquelas algazarras, feiras amorosas, sacolões do sexo, capazes de fazer os vizinhos pularem da cama só de inveja. Aquela gritaria toda, meu amigo, só vale para provocar um problema dos mais graves. Deixará o casal que mora do outro lado da parede em pé de guerra, uma vez que a mulher, atenta à lição de gozo comparado, vai exigir mais, muito mais, mais e mais, e mais um pouquinho ainda, do seu colega de prédio ou de rua. E o pior é que os gritos só costumam ocorrer quando o gozo não passa de truque, melodrama de fêmea, como canta a deusa La Lupe na película Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos: “Teatro, lo tuyo es puro teatro/ falsedad bien ensayada/ estudiado simulacro/ fue tu mejor actuación/ destrozar mi corazón!”

 

O gozo desesperado costuma ter origens variadas (falar nisso, por que ninguém cita mais W. Reich, meu ídolo da lira dos 20 anos?!). O gozo desesperado, falava este locutor que vos sopra a nuca, costuma ser resultado de algum curso mal digerido de teatro amador, de formação em escola com viés jesuíta, interpretação  errada dos manuais do Actors Stúdio, dietas à  base de alcachofra, audiências tardias das onomatopéias do Led Zeppelin ou falta de homem propriamente dita.

 

As melhores gazelas educam cedo os gemidos. Em vez de gritos que parecem mais apropriados para momentos de sequestro-relâmpago, a boa moça sussurra e balbucia safadezas no cangote do amado. Mais vale um bem dito dos 3.000 verbetes catalogados no Dicionário do Palavrão, do mestre pernambucano Mário Souto Maior, do que os decibéis selvagens.

 

 As melhores não se desesperam. Já imaginou Ava Gardner em desespero? Nem com Frank Sinatra, a quem enlouqueceu todos os sentidos. E não me venha dizer que isso seja frigidez, frescura ou algo da linha. Fina!

 

Até a Amy Winehouse, a bela garota suburbana de Southgate, sabe disso. Mesmo depois do seu coquetel preferido –ecstasy, vodka, cocaína e remédio para cavalo- é capaz de um orgasmo educadíssimo. Deve apenas morder um pouco, óbvio, pois sem dentadas, como já dizia o titio Nelson, não há amor. Sim, as que só mordem e tudo calam, nada falam... são as melhores!

 

Vixe, como diria meu professor de ídiche.Uma coisa é a gritaria, quase um SOS, incêndio do velho Joelma ou sinistro urbano do gênero. Outra é a gemedeira gostosa, fungada sentida, sacanagem nas oiças, fogo nas entranhas, calor na bacurinha, quase um decassílabo a cada descida, lirismo sem fôlego, a gostosa e inadiável asma do amor.



Escrito por xico sá às 20h39
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O NARIZ DO POBRE NIKOLAU *

     Quando descobriu que o nariz era o seu pênis e o seu pênis era o seu nariz, Nikolau ficou triste, mas não uma tristeza que fosse capaz de subtrair-lhe de tudo a capacidade de rir de si mesmo, ironia, minha jovem gazela, o pequeno Niko ensebou no berço desde o primeiro cocô-abacate.

      Minutos depois do choque da descoberta, Nikolau já caçoava, nu diante do espelho, da pilhéria anatômica imposta por Deus ou, no mínimo, pelo chipanzé Yzur de Lugones que o antecedera.

Bem que Nikolau notara alguns sinais estranhos tão logo havia adentrado à vida adulta, mas nada que o fizesse lavrar um diagnóstico definitivo.

 

Quando desejava ardentemente uma mulher, por exemplo, esta cria da sua costela sempre o chamava de mentiroso, como estivesse diante de um compulsivo Pinóquio.

 

Nos banquetes, quanto mais aproximava o nariz das iguarias e acepipes menos sentia os cheiros; quando comia com o prato no colo, nas festas de casamento,o seu olfato era motivo de orgulho e lovações particulares.

 

-Que apuro! –Nikolau dizia para si mesmo, antes de saltar com a amolada tese aos seus pares:

 

–Tolo daquele que acredita haver igualdade ou isonomia divina entre os cinco sentidos; em cada homem prevalece um dos representantes desta sagrada quina; sim, o olfato é o meu forte, senhores –concluía a sua pabulagem com a braguilha inadvertidamente encostada na mesa.

 

Mesmo depois de desvendar a troca de órgãos, Nikolau não perdia tempo com a matemática entre as vantagens e desvantagens. Preferia não correr o risco nesse passar de régua.

 

-Vai que a coluna do saldo em negativo alcança a cumeeira –refletia. –Já não há mais tempo mesmo para cobrir o prejuízo.

 

Uma vantagem era evidente: se a graça divina ou a causa hereditária lhe pregaram peças fundamentais de ponta-cabeça... pelo menos economizaram no vexame de ter um nariz em formato de pênis, como nas ridículas peças de sex shop, e um pênis com feições de napa.

 

-Deus protege os ateus e o macaco preza pelos sucessores -dizia um resignado Nikolau depois de chacoalhar as calças com um forte espirro.

 

Teria ocorrido uma simples confusão na hora do acabamento, imaginava,o epitélio olfativo foi parar nos testículos e as gândulas responsáveis pelos espermatozóides subiram-lhe à cabeça.

 

Naturalmente as coisas ficam muito confusas na hora do sexo. Na posição conhecida no uso vulgar como 69, por exemplo, Nikolau obtém a penetração de direito. Como sua napa-membro não fica nada a dever ao membro-napa, não há queixas.

 

Há controvérsias e o caso está sub judice na Vara da Família, mas tudo nos leva a acreditar que a descoberta do erro anatômico, inclusive, deu-se por causa de um filho gerado pelo nariz, que vive, marketing da miséria, dos seus recordes de espirros.

 

&&&

 

ASTERISCO INVOCATÓRIO

 

* do libreto "Tripa de Cadela & outras fábulas bêbadas", da bravíssima editora Dulcinéia Catadora, em nome de quem convido todos hoje à Mercearia São Pedro, salve Marquinhos & família Benuthe, dia 29/07/2008, das 15h até o último tombante, para começar a celebrar os 40 anos da dita e gloriosa taberna... Nesta ocasião será reeditada, conto a conto, a inimitável e inigualável "Antologia Bêbada -fábulas da Mercearia" (edição original da Ciência do Acidente, a tesoura mais rápida do oeste). Cada narrativa, digo, será transformada, com as capas guapíssimas de papelão  pintadas ali na hora, em um libreto da supracitada Catadora. Além de tudo teremos as presenças que nos honram dos caballeros del portuñol selbagem, don Douglas Diegues e o impressionista-mor dos chacos El Domador de Yacarés, de Assunçolândia para todas las galáxias.

 

&&&

Ainda sobre a Antologia Bêbada...Reparem no time de gente do ramo:Andréa del Fuego, André Sant´Anna, Antonio Prata, Bruno Zeni, Chico Mattoso, Clarah Averbuck, Índigo, Ivana Arruda Leite, Joca R.Terron, José Alberto Bombig, Marcelino Freire, Mário Bortolotto, Matthew Shirts, Nelson Oliveira, Reinaldo Moraes, Ronaldo Bressane e este kaririense que vos sussura aos ouvidos dos pés.

 



Escrito por xico sá às 03h33
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TEORIA DO MEDALHÃO, 100 ANOS DEPOIS

        Nada como um século atrás do outro...

        No conto “Teoria do Medalhão”, de Machado de Assis, o pai aconselha o filho, o abestalhado Janjão, 21 anos completos, como triunfar na vida, seja no parlamento, na magistratura, na imprensa, na lavoura, na indústria, no comércio, nas letras ou nas artes. Entre os conselhos, como a manha da bajulação e da queda pelo foguetório da publicidade, alerta o donzelo sobre a esperteza de ter sempre na manga do paletó uma função de reserva, para o caso de não prosperar no ramo profissional desejado:

    “...assim como é de boa economia guardar um pão para a velhice, assim também é de boa prática social acautelar um ofício para a hipótese d que os outros falhem, ou não indenizem suficientemente o esforço da nossa ambição,” soprou o velho para o jovem almofadinha.

       O sonho maior é ser um medalhão, mas se não der, por que não tornar-se apenas um bom advogado?... Se não der em um bom advogado, por que não ganhar a vida como um um rábula de porta-de-cadeia, ainda mais no mundo de tantos corruptos á procura de hábeas-corpus?

O mesmo vale nos dias de hoje nas raias da política, da cultura, do entretenimento e da fama. Não conseguiu emplacar como um bom ator? Ora, grave um disco. Não conseguiu brilhar como cantora? Não faz mal. Tente ser apresentadora de programa infantil... Faltou financiamento para o cinema? Bem-vindo ao jornalismo, como fez o Arnaldo Jabor, para o bem ou para o mal de um dos dois.

          Baseado na teoria do conto machadiano, este escriba, que acabou nas redações por falhar seguidas vezes no concurso do Banco do Brasil _sonho de todo bom pai do interior_ deixa seus conselhos, ou melhor, pitacos à bagatela,  para aqueles que procuram fugir do atoleiro das obscuridades, independentemente dos ofícios que abracem:

 

Nome próprio – Não careces enfiar tantos ll dobrados, kk, ys e quetais, mas é bom que tenhas um batismo artístico curtinho. Em 1942, Mário de Andrade já alertava o então Fernando Tavares Sabino, que derramara no papel os primeiros contos, a cortar um dos sobrenomes. Dito e feito.

 

  Idéias – “O melhor será não as ter absolutamente”, como diz o pai do Janjão, o mancebo citado logo ali na cumeeira desta crônica.

 

 Ironia – Eis o ímã para chamar inimigos e puxadores-de-tapete aos borbotões. Nem diante do espelho deves ensaiar este movimento de canto de boca, recurso inventado, segundo o pai de Janjão, por algum grego da decadência.

 

Citações – A depender do auditório. Como todo bom mineiro sabe, em terra de sapo... de cócora com ele. Em um ambiente sério e respeitoso, Shakespeare, sempre Shakespeare; entre mulheres e gays, Wilde, muito Oscar Wilde.. Importante: não te apresses a dizer o nome do feliz proprietário da frase, omita-o. Para quem sabe a autoria, não haverá nenhum pecado nisso; e aos ouvidos dos tolos, soará como uma boutade de sua mente privilegiada. Arrancarás suspiros!



Escrito por xico sá às 15h59
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O HOMEM-PROJETO...

Sim, o homem-projeto, a obra aberta e o macho inacabado...

Cuidado, ele está solto por ai. É o homem-projeto, um onipresente.

Está em todos os salões, lançamentos, vernissages, guichês de isenção fiscal, concursos da Petrobrás, festas, restaurantes da moda, bares descolados, na Praça Benedito Calixto (SP), na feira de produtos orgânicos do Leblon, no Baixo Gávea, em Porto Alegre, no Recife, Dagrão do Mar em Fortaleza, Salvador...  Com o aumento do contingente no exército de reserva, nem se fala, o homem-projeto começou a se multiplicar como Gremlins. Uma praga.

“Por falar nisso eu tenho um projeto...”

 “Acabei de inscrever um projeto...”

“Estou preparando um projeto...”

“Estou captando para um projeto...”

“Copiaram o meu projeto...”

“Puta projeto...”

O macho e a fêmea-projeto alimentam a paranóia delirante do plágio dos seus projetos. Alguém na sombra estará sempre copiando as suas idéias. Originalíssimas, diga-se. Fazem um mistério danado dos seus projetos. Quando contam, tudo não passa de algo tão novo quanto uma missa do galo, tão inédito quanto o “no princípio era o verbo”.

Para completar, o amor próprio, esse orgulho besta, acaba também inviabilizando o prazer do plágio. O que se tem, na boa, não passa de uma angustiazinha da influência, no máximo. Sabe o que ocorre? Todo mundo quer ser dono do seu projeto e do seu próprio nariz, até mesmo aquele lesado senhor que teve a napa subtraída pela navalha do barbeiro de Gogol. Correu atrás e achou, rapé do bom.

 Logo logo não restará sequer uma criatura sem projetos no Brasil. Uma nação de artistas e produtores culturais. Como no conto “Dois Augúrios”, de Villier Adan-Lisle, encontrar um sem-talento será motivo de foguetório, mercadoria rara, lance inestimável, brindes ao infinito. Atenção sem-talentos, sem-cerimônias em geral, cartas e currículos para a posta restante deste escriba ibid idem.

Logo mais não teremos encanadores, bombeiros,eletricistas, bancários, pequenos agricultores, a boa gente do comércio, excelentes amassadoras de pães-de-queijo, exímios pontas-de-lança, mulheres prendadas, profissionais do lar... Apenas escritores, cineastas, praticantes da nanoarte (ah, você está por fora, trata-se da tribo da nanotecnologia, ramo da cultura digital que beira as raias da linguagem atômica), humoristas de televisão, críticos benjaminianos, pintores, tradutores, tribalistas, transgressores...

Para completar, viramos a pátria da ginástica artística, olímpica... Era só o que faltava para a nossa ruína!.

Ah, saudades da nossa vocação agrícola, dependente apenas de algum crédito público, meteorologia de adivinho e bravos homens do campo. O novo celeiro do mundo, calorias para todos, futuro à vera, “de pé, famélicos da terra!”

Agora até os nossos bons médicos são doutores de “Caras”....

Para completar o desastre histórico, como as mulheres têm queda para os homens-projetos! Assim como o pendor eterno, a asa quebrada pelos tolos.

 Isso quando elas mesmas não se antecipam e inventam os seus arrazoados de arte. Cadê a gente normal, a missa, o Fla-Flu, o Sansão, o Grenal, o Ba-Vi, o Clássico das Mutidões, o Icasa X Guarani, o almoço de domingo, o “amor só de mãe” -como me venderam no aforismo do pára-choque mais afetivo?

 Chega de arte. Madeleine é bom pra memória de francês. Com bolinho de macaxeira (mandioca, aipim...), a gente só vai se lembrar de coisa ruim. 

 

xxx



Escrito por xico sá às 01h53
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