o carapuceiro



DA RECEITA PARA ENXUGAR O DESASSOSSEGO*

da cor das lentes dos meus óculos verdes o absinto que os amigos  terron & zabel  me trouxeram da curva do rio tejo.

bebo lentamente a garrafa, para enxugar o desassossego, para invocar sá-carneiro e a sua ponte do tédio entre ele & o outro, bebo para celebrar as quedas e por amor desesperado aos meus passos mais trôpegos.

meus óculos de absinto cada lente é uma roda de imaginária bicicleta bêbada tentando andar no fundo do cálice.

vejo uma menina que não tive sobre os aros da mesma bicicleta, vestidinho com flores que se acendem no atrito da roda e do dínamo..

 e que coincidência, amigos de belas noites e tranqueiras: no dia em que a garrafa pousou na minha sorte, ela estava a mudar-se, malas e cuias, para os ares lisboetas... seria a mãe da menina fictícia.

há uma canção no fundo da garrafa desse absinto, destampo-a, ela salta: algo como nick cave cantando um fado.

 há um desespero na minha dança.

fome de viver da gota!

vida modo de usar as 78 rotações de uma agulha sobre o bolero de dores & vinil de palmeira carnaúba.

ela, cabelos feito algas marinhas, bóia no fundo da garrafa verde. as sobrancelhas espessas e cheias de dúvidas, misturo mulheres do passado como se fossem bebidas.

entorno a morte amorosa, destilada e pura, envelhecida nos barris das devoções mais ímpias.

Quando a vida dói/drinque caubói.

 

*do "catecismo de devoções, intimidades et pornografias", disponível inteirinho de grátis apertando AQUI.

 



Escrito por xico sá às 05h17
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TUDO O QUE QUERO PARA SEMPRE HOJE

como são estranhas as noites que não dormes comigo, noites brancas, como aquelas russas noites narradas pelo Homem Doente dos subterrâneos gelados de Bem Longe, como o sol se põe mais tarde tão-somente para tingir de paixão roxa a minha miopia e o meu astigmatismo, aquele degradè borrado por melancólicos nanquins na chuva de san pablo derretendo sobre mis gafas-parabrisas, como são atípicas não pelo costume, mas pelo desproveito do calendário, a folhinha do quando, que não marca dia santo nem feriado para o desejo, como são estranhas as noites riscadas pelos relâmpagos do ciúme e como são lindas as madrugas e manhãs entorpecidas pelo amor-de-muito que ficou guardado nas dobrinhas, glândulas, suores dos corpos e das roupas vagabundamente atiradas sobre os tacos de todos os “últimos tangos”, como enfio as pernas entre os lençóis tentando achar o que quero para sempre hoje.



Escrito por xico sá às 00h26
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A LINDEZA DAS ESTRÁBICAS

“Era uma mulher alta, morena, com ossos e músculos de homem; usava o cabelo curto, penteado para trás; no seu rosto trigueiro notava-se alguma coisa de fixo de abstrato. Poderia ter sido bela se não fosse um pouco estrábica“. É a descrição da personagem Amélia feita na “Balada do Café Triste”, o livro que cito na crônica abaixo, encontrável baratinho nos bons sebos do ramo. E desde quando estrabismo é defeito, querida Carson? Nada mais lindo do que uma vesguinha mirando o inferno e o paraíso ao mesmo tempo, com o olhar perdido da cadela Laika no Sputinik russo.



Escrito por xico sá às 02h42
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AMOR É COMO A PLACA DO FIADO: SÓ AMANHÃ

“Amor só amanhã”, como na placa do fiado das velhas bodegas, como pragueja Esmeralda, ela mesma sábia e ex-proprietária de uma mercearia de secos & molhados que negociou toda uma vida na base da fiança e da caderneta.

Não parece nada ressentida além da conta imposta pelos tantos janeiros, vê-se nas feições de mulher grande, que pisa forte e justifica com beleza uma a uma das rugas. “Amor só amanhã” é apenas um dos seus tantos chistes contra escravidão barata a sentimentos doentios tipo Síndrome de Maysa.

“Meu mundo caiu uma pitomba”, gargalha,  “isso é coisa de gente fraca”, diz sobre o teledrama e escancara o riso mais ainda, pense em uma grandeza, senhoras e senhores.

Esmeralda, como ela mesma diz, é viúva de um morto e viúva também de um marido vivo, como brinca com o seu atual e lesado consorte, varanda do rio São Francisco, ali adonde o mundo se divide entre Juazeiro e Petrolina.

Além de lembrar um tanto a minha mãe na sua disciplina virginiana -a gente vive por ai a enxergar a mãe nas belas senhoras-, Esmeralda é a cara da  personagem Amélia, não a Amélia submissa da canção de Mário Lago, mas a destemida criatura do livro “A Balada do Café Triste”, de Carson McCullers, escriba do sul dos Estados Unidos da América tão boa quanto o velho William Faulkner, bravo senhor também daquelas bandas.

De fala certeira e braços fortes, Esmeralda, assim como miss Amélia, cuidou por muitos anos da sua taberna e das plantações nos arredores de casa.

Assim criou, praticamente sozinha, oito filhos, meia dúzia de machos e duas fêmeas. Capaz de enxotar no tapa os pés-de-cana que roubavam-lhe a paz no balcão da bodega e no mesmo embalo ainda bater na calçada uma montanha de feijão em vargens. Em um silêncio bruto que encorpa ainda mais o sangue da auto-suficiência e do orgulho de não precisar de homem.

Quando se diz viúva de marido vivo, Esmeralda se refere à leseira ribeirinha de Donato, com quem se casou há dez anos e cinco meses. Ela entrou para os sessenta anteontem; o traste, como ela diz, tem meio século de penitência nas costas.

Não é que o caboclo seja leso de tudo, até que se mexe o sujeito, é que diante daquela mulher qualquer um toma chá de sumiço, se encanta, desaparece, se apequena, amofina. 

Mas se não tem queda alguma para o amor, por que casou outra vez, criatura?, pergunto, levando em conta a proteção de ser parente distante da fera.

“Por pena do desalmado, eu juro, vivia ai pelos cantos com um declaratório infeliz, ainda por cima fraco das pernas e do juízo”, argumenta. “Como os filhos se largaram tudo no mundo, botei dentro de casa, serve ao menos para tanger galinha e também como carranca contra os maus espíritos”, zomba da feiura do peste.

De um canto da sala, encolhido em uma rede, o marido ri bonito diante da grandeza de Esmeralda. Desce mais uma Caribé com este inoportuno cronista visitante e a mira morto de preguiça e felicidade.



Escrito por xico sá às 12h55
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HEI-DE TE COMER CUMA UMA PIEDRA FODA-SE LOBO ANTUNES

pego primeiro na tua mão, digo uma coisa, tipo assim "uma viagem",

 

 VAMO, LEVO, qualquer imperativo, crasse,

 

parágrafo cortado como meu idolo musical LOBO ANTUNES/

ai tu pegas o metrô e vais ao paraíso possível, o bairro; donde arrumo uma mochila idiota de velho que não sabe o que cabe no tempo dos homens jovens com mochila depois da era do tempo de homens velhos que não sabem que mochila agora é novamente coisa de homem muito jovem, ai esqueço a escova, donde tu lerás depois, no pente fino do teu inconsciente: queria comer não solamente o que eu como como queria também comer os meus dentes e aquilo que fica entre os ditongos decrescentes que independem dos paroxítamos das reformas...

 

pego primeiro na tua mão, donde esqueço na mochila o “coisas frágeis”,  livraço de neil gaiman, ai tu me lembras ja rio adentro, que tu tens uma mão, pelo menos uma, que, cuja, tem medo do aviao caindo na baía de guanabara pero deus tomara e daqui ya poco beijo na boca e usted vestindo a calcinha mais linda para irmos ao/s concierto do tatatatatatatatata cérebro eletrônico, como é bom tocar assim um general eletric como quem, entonce después a gran fueda, eu e a minha mulher mó desta floresta, carayo, quão linda, e na quarta una revista, DE MODO GERAL, responsa do paulo scott, cinemateque, ave,

 

así bamus nozzzoswtros, kompays, cuma é bueno tocar o amor e a punheta possível, quiero ver o escroto do patrão KAPITALISTA FALIDO que nos tira esse gosto d´alma!

 

Ninguno hah de tirarsh um punhado de nuestra sina lexicografica, estamus bibus, e yo siempre rino cá minha chica, donde sabemos q o amor é a graça palavrosa dum macho e d´uma fêmea num sentindo da fulerage lacaniana, aquela coisa cuma se fossemos uns macacos bananosos, um diz uma palavra, outro abocanha o pau-palavroso pussivi, vilge, engole, num cospe, eita porra!!!



Escrito por xico sá às 03h06
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